Parceria entre empresas: como propor e medir, com exemplo
"Conheço o dono da loja ao lado, mas nunca propus nada." Ou então: "Fizemos uma ação juntos e ninguém soube dizer se deu resultado." As duas frases têm a mesma causa. O difícil quase nunca é achar o parceiro. É que ninguém propôs algo pequeno, com prazo, com divisão de custo e com registro de quem chegou.
Pense numa ponte entre dois negócios. A conta da parceria é o pedágio: ela mostra se vale a travessia. Este guia vai da escolha do vizinho à decisão em 60 dias. Se você ainda está montando a base de divulgação do negócio, comece pelo guia de marketing digital e volte aqui para a parte que não depende de anúncio.
O que é parceria entre empresas e como funciona
Parceria entre empresas é um acordo em que dois negócios se ajudam a ganhar clientes sem que um venda para o outro. O nome muda conforme o contexto: parceria comercial, aliança, cooperação, co-marketing. Para o negócio local, tudo isso cabe em uma pergunta: o vizinho atende o mesmo cliente que eu, vendendo outra coisa?
O Sebrae Minas dá exemplos desse tipo de arranjo: uma oficina de carros tem os mesmos clientes de uma loja de peças, e uma loja de roupas pode ter o mesmo público de um varejista de acessórios. Dessa lógica saem três formas, que eu uso como critério (a classificação é da Consylion, não de uma norma):
- Indicação cruzada: cada um recomenda o outro a quem pergunta.
- Oferta conjunta: o cliente de um ganha condição especial no outro, com cupom ou código.
- Ação conjunta: os dois fazem algo juntos, como um evento pequeno no bairro ou um brinde combinado.
O cliente chega por recomendação de quem já conhece, e cada dono ganha uma porta de entrada sem pagar anúncio. A parceria não promete quantos clientes vão vir: dá uma forma de testar e medir.
Consylion Insights · a carta das 7h10
Uma ideia por dia para aplicar no negócio e na vida. E 5 guias grátis para começar.
Como escolher o parceiro: o teste das 4 perguntas
O parceiro certo atende o mesmo cliente que você e não vende a mesma coisa. O Sebrae Minas diz o mesmo: procure quem tem os mesmos clientes, sem ser concorrente direto, de preferência na mesma região. As 4 perguntas abaixo são o meu critério para aplicar isso, uma por vez:
- Mesmo cliente? O perfil de quem compra dele é parecido com o de quem compra de você?
- Produto diferente? O que ele vende não substitui o que eu vendo?
- Padrão de atendimento parecido? Se eu mandar um cliente, vou me orgulhar do que ele vai encontrar?
- O dono responde rápido? Parceria com quem demora uma semana para responder uma mensagem morre na primeira ação.
Quatro "sim" é um bom parceiro. Um "não" na terceira pergunta pesa mais: indicar quem atende mal leva a sua reputação junto.
Como propor a parceria em 5 passos
Passo a passo
- Escolha uma ação pequena.
- Aborde o outro dono.
- Combine custo, prazo e registro por escrito.
- Execute e registre cada cliente que chegou.
- Meça e decida em 60 dias.
1. Escolha uma ação pequena
Comece pelo menor acordo que dá para medir: um cupom cruzado, uma indicação com benefício ou um brinde. Pronto quando: a ação cabe em uma frase e tem data de início e de fim. Armadilha: começar por um evento grande, que consome semanas e não dá para repetir.
2. Aborde o outro dono
Leve uma proposta pronta, não o convite genérico "vamos fazer uma parceria". O roteiro está na próxima seção. Pronto quando: o outro dono respondeu sim, não ou "depois do dia tal".
3. Combine custo, prazo e registro por escrito
Três coisas precisam estar escritas antes de começar: quem paga o quê, por quanto tempo vale e como cada um registra o cliente que chegou. Pronto quando: as duas partes leram a proposta de uma página e concordaram. Armadilha: o "combinado na conversa", que cada um lembra de um jeito.
Meu critério para dividir o custo: meio a meio quando os dois ganham de forma parecida, e proporcional ao que cada um ganha quando a diferença é grande.
4. Execute e registre cada cliente que chegou
O jeito mais simples é um cartão ou cupom com um código por negócio. Quando o cliente usa, quem atendeu anota nome do código, data e valor do primeiro pedido. Sem código, você descobre no fim do prazo que "acha que veio gente", e achismo não fecha conta. Pronto quando: cada cliente novo vira uma linha na planilha ou no caderno.
5. Meça e decida em 60 dias
No fim do prazo, faça a conta da seção "Como medir e quando decidir" e escolha entre manter, ajustar ou encerrar. Armadilha: deixar a ação correr sem data. Parceria sem prazo vira rotina, e rotina que ninguém mede ninguém questiona.
Como abordar o outro dono: mensagem e roteiro de 10 minutos
A abordagem funciona melhor com uma proposta concreta e curta. O Sebrae Minas lembra que procurar o parceiro por telefone ou pessoalmente pode facilitar a compreensão da proposta e inspirar confiança. Por isso, mande a mensagem e, se o dono responder com interesse, marque 10 minutos presenciais.
Mensagem de WhatsApp em 3 linhas, para trocar o que está entre colchetes:
Oi, [nome]! Aqui é [seu nome], da [seu negócio]. Acho que atendemos o mesmo tipo de cliente, mas vendendo coisas diferentes. Tive uma ideia pequena para os dois por 60 dias: [ação em uma frase, por exemplo, um cupom cruzado]. Posso passar 10 minutos aí na [dia] para te mostrar? Se não fizer sentido, sem problema.
Roteiro dos 10 minutos:
- Minutos 0 a 2: diga por que você o escolheu (o cliente em comum), sem elogio genérico.
- Minutos 2 a 5: apresente a ação, o prazo e quanto custa para cada lado.
- Minutos 5 a 8: mostre como cada um registra o cliente que chegou e peça a opinião dele sobre o que mudaria.
- Minutos 8 a 10: combine quem escreve a proposta e a data de começo.
Exemplo: um salão e uma loja de cosméticos em Maringá
Imagine um salão de beleza e uma loja de cosméticos em Maringá, PR. Os dois negócios, os números e o resultado são fictícios, com valores redondos para facilitar a conta. A ação: cada cliente do salão recebe um cartão com um cupom da loja, e cada cliente da loja recebe um cartão com um cupom do salão, por 60 dias.
A fórmula é a que eu uso (critério da Consylion): retorno = clientes novos × margem do primeiro pedido − custo da ação, e custo por cliente novo = custo da ação ÷ clientes novos. A margem do primeiro pedido é a margem de contribuição do Sebrae aplicada a uma venda: o valor da venda menos os custos variáveis e as despesas variáveis. No exemplo, os R$ 90 já estão descontados de produto, comissão e taxa de cartão.
Exemplo com números
Salão e loja de cosméticos · 60 dias (fictício)
| Item | Cada negócio | Os dois juntos |
|---|---|---|
| Custo da ação (impressão e brinde) | R$ 200 | R$ 400 |
| Clientes novos trazidos pelo parceiro | 8 | 16 |
| Margem do primeiro pedido | R$ 90 | R$ 90 |
| Margem total dos clientes novos | R$ 720 | R$ 1.440 |
| Saldo (margem − custo) | R$ 520 | R$ 1.040 |
| Custo por cliente novo | R$ 25 | R$ 25 |
Números de exemplo fictício. Troque pelos seus.
A prova: 8 × R$ 90 = R$ 720; R$ 720 − R$ 200 = R$ 520; R$ 200 ÷ 8 = R$ 25. Como o custo por cliente (R$ 25) é bem menor que a margem do primeiro pedido (R$ 90), cada cliente novo se paga já na primeira compra. Aqui a decisão seria manter, e talvez repetir por mais 60 dias com o mesmo cartão.
Nem toda parceria se paga assim. Suponha que a loja tenha trazido só 2 clientes para o salão, com os mesmos R$ 200 de custo: 2 × R$ 90 = R$ 180, menos R$ 200, dá saldo de −R$ 20 e custo por cliente de R$ 100. Eu ajustaria antes de encerrar: o cartão estava no lugar errado? A oferta não atraiu? Mudo uma coisa, rodo mais 30 dias e, se o saldo continuar negativo, encerro.
Infográfico

Ler o infográfico em texto
Salão e loja de cosméticos em 60 dias: o saldo e o custo por cliente novo de cada lado
1 · O saldo de cada negócio
8 × R$ 90 − R$ 200 = R$ 520
- 8: clientes novos trazidos pelo parceiro
- × R$ 90: margem do primeiro pedido
- − R$ 200: custo da ação para cada negócio
- = R$ 520: saldo em 60 dias
A margem de R$ 90 já está descontada de produto, comissão e taxa de cartão.
2 · O custo por cliente novo
R$ 200 ÷ 8 = R$ 25
- R$ 200: custo da ação
- ÷ 8: clientes novos
- = R$ 25: por cliente novo
R$ 25 é menos que os R$ 90 de margem: cada cliente se paga na primeira compra.
A mesma ação, dois resultados
8 clientes novos
- Margem total: R$ 720
- Saldo: R$ 520
- Custo por cliente: R$ 25
- Manter: e talvez repetir por mais 60 dias
2 clientes novos
- Margem total: R$ 180
- Saldo: −R$ 20
- Custo por cliente: R$ 100
- Ajustar: uma coisa e mais 30 dias antes de encerrar
Fonte: Critério da Consylion (retorno e custo por cliente novo); margem de contribuição, Sebrae. Exemplo fictício, com números redondos: salão e loja de cosméticos em Maringá. Troque pelos seus.
Variações
- Oficina mecânica e loja de acessórios automotivos (fictícias). Ação de R$ 300, R$ 150 para cada. Cada lado traz 5 clientes novos, com margem de R$ 120 no primeiro pedido: 5 × R$ 120 = R$ 600; R$ 600 − R$ 150 = R$ 450 de saldo; R$ 150 ÷ 5 = R$ 30 por cliente.
- Escola de idiomas e livraria (fictícias). Ação de R$ 200, R$ 100 para cada. Cada lado traz 3 clientes novos, com margem de R$ 80 no primeiro pedido: 3 × R$ 80 = R$ 240; R$ 240 − R$ 100 = R$ 140 de saldo; R$ 100 ÷ 3 = R$ 33,33 por cliente.
Serviço usa a mesma conta, com a margem da primeira aula, sessão ou atendimento. Se o seu ramo tem conselho de classe, como saúde, direito e finanças, confirme as regras de divulgação antes de qualquer cupom.
Modelo pronto: proposta de uma página
Copie para um documento, preencha com o outro dono e guarde uma cópia com cada um.
Modelo pronto para copiar
Proposta de parceria de uma página
- Objetivo: trazer clientes novos para os dois negócios, sem anúncio pago.
- Ação: [por exemplo, cupom cruzado: cada negócio entrega um cartão com o código do outro].
- Prazo: de [data] a [data] (60 dias).
- Quem paga o quê: [cada um paga o seu cartão] / [dividimos o brinde meio a meio].
- Como registramos o cliente que chegou: o cartão traz um código por negócio; quem atende anota código, data e valor do primeiro pedido.
- Dado do cliente: nenhum de nós entrega lista de clientes ao outro. O parceiro só conhece o cliente que se apresenta com o código. Contato só é compartilhado com autorização específica do próprio cliente.
- Como fechamos a conta: no dia [data], cada um leva o seu registro; somamos clientes novos, margem e custo.
- Como cada um sai: qualquer um encerra com 7 dias de aviso por mensagem, e os cartões já entregues valem até o fim do prazo.
Sobre o dado do cliente: nome e telefone são dado pessoal, e passá-los a outro negócio é "tratamento", termo que a LGPD (Lei 13.709/2018) usa para operações como transmissão, comunicação e transferência (art. 5º, X).
Quem obteve o consentimento do cliente e quer compartilhar o dado com outro controlador precisa de consentimento específico para isso (art. 7º, § 5º). Cabe a quem coletou provar que o consentimento foi dado de forma correta (art. 8º, § 2º). O jeito mais simples é o do modelo: o parceiro só recebe quem se identifica pelo código. O caso completo está em LGPD para pequenas empresas.
Quando precisa de contrato? Para ação simples, a proposta de uma página basta. Procure um advogado se houver exclusividade, repasse de dinheiro entre as empresas ou troca de dados de clientes, e um contador no caso de dinheiro. Este guia não traz cláusulas.
Como medir e quando decidir
Meça quatro números, todos do seu registro:
- Clientes novos por parceiro: quantos chegaram com o código dele.
- Custo por cliente novo: custo da ação ÷ clientes novos.
- Margem do primeiro pedido: o que sobra da venda depois do custo variável.
- Recompra: quantos voltaram a comprar de você depois do primeiro pedido.
O Sebrae Minas recomenda discutir os indicadores e as medições de sucesso antes de começar. Estes quatro são o meu conjunto para o negócio local. Se você não sabe a sua margem, calcule antes com a calculadora de lucro.
A decisão, em 60 a 90 dias, é critério da Consylion:
| Resultado | Decisão |
|---|---|
| Custo por cliente menor que a margem do primeiro pedido, nos dois lados | Manter e repetir |
| Um lado traz muito mais que o outro, ou o custo por cliente passa da margem | Ajustar uma coisa (oferta, lugar do cartão ou divisão do custo) e rodar mais 30 dias |
| Saldo ainda negativo depois do ajuste | Encerrar com uma conversa e agradecer |
Olhe também o número do outro lado: se o parceiro perde e você ganha, a parceria acaba sozinha.
O erro mais comum
Fazer parceria sem prazo, sem divisão de custo e sem registro. Os dois acham que ajudaram o vizinho e ninguém sabe se alguém ganhou. Isso é favor. A correção cabe em uma página. Para trazer clientes por indicação de quem já compra de você, veja também o programa de indicação; para achar o vizinho certo, o guia de networking; e, para transformar o contato em venda, a prospecção de clientes.
Exercício de 15 minutos
Mão na massa · 30 minutos
Sua primeira proposta em 15 minutos
- Minutos 0 a 5: liste 5 negócios vizinhos que atendem o mesmo cliente que o seu.
- Minutos 5 a 10: aplique o teste das 4 perguntas a cada um e escolha 1.
- Minutos 10 a 15: escreva a mensagem de 3 linhas com uma ação pequena e o prazo de 60 dias.
- Pronto quando: você tem 1 vizinho escolhido e a mensagem pronta para enviar.
Mande hoje. Para ampliar a divulgação além do bairro, volte ao guia de marketing digital.
Parceria que não se mede vira favor, e favor não escala.
Padrão Consylion de aconselhamento
Como usar este conselho
- De onde vem
- A ordem da parceria (teste do parceiro, ação pequena, divisão de custo, registro, decisão em 60 dias) e a conta de retorno são critério da Consylion, ditos como tal. A margem segue a definição de margem de contribuição do Sebrae, aplicada a um pedido. A proteção do dado do cliente vem da LGPD. As 3 fontes estão listadas no fim do artigo.
- Quando se aplica
- Dono de comércio ou serviço local com 1 a 9 pessoas, que atende clientes do mesmo bairro ou cidade.
- Quem quer clientes novos sem aumentar o gasto com anúncio e conhece donos de negócios vizinhos.
- Limites
- Os números do exemplo são fictícios e não prometem quantos clientes vão chegar.
- Não vale para quem ainda não conhece a margem do que vende: calcule antes.
- Exclusividade, repasse de dinheiro entre as empresas e troca de dados de clientes pedem advogado e, no caso de dinheiro, contador.
- Saúde, direito e finanças têm regras do conselho de classe sobre divulgação e captação de clientes; confirme com o seu conselho antes.
- Na prática
- Uma planilha ou caderno de registro, o preço e o custo do que você vende, WhatsApp e cerca de 2 horas na primeira semana e 1 hora por mês depois.
- Como medir o resultado
- Clientes novos trazidos pelo parceiro em 60 dias.
- Custo por cliente novo, comparado à margem do primeiro pedido.
- Decisão em 60 a 90 dias: manter, ajustar ou encerrar.
- Quando revisar
- A LGPD mudar.
- O custo ou a margem do seu negócio mudarem o resultado da conta.
Última revisão em .
Próximo passo
Programa de indicação: como criar sem comer a margem
Programa de indicação para pequeno negócio: a conta do teto de recompensa, o regulamento de uma página, a planilha de registro e como pedir indicação.
Ler o próximo →Perguntas frequentes
- Parceiro e fornecedor são a mesma coisa?
- Na prática do dia a dia, não. O fornecedor vende algo para você e você paga por isso. O parceiro, no sentido deste artigo, é um negócio que atende o mesmo cliente e com quem você troca indicações ou divide uma ação, sem que um venda ao outro. Este guia não trata da diferença jurídica entre os dois; se houver dinheiro passando de um para o outro, consulte um contador.
- Posso fazer parceria com um concorrente direto?
- O critério que eu uso é evitar, porque quem vende a mesma coisa disputa o mesmo pedido do mesmo cliente, e a conta da parceria deixa de ser de troca. Prefiro o vizinho que vende algo complementar. Este guia não trata de questões legais entre concorrentes; se a ideia envolver combinar preços ou dividir clientes, procure um advogado antes.
- E parceria com influenciador, vale a mesma conta?
- A conta é a mesma: custo da ação contra clientes novos vezes a margem do primeiro pedido. A diferença é que, em geral, há pagamento ou permuta combinada e a divulgação segue regras próprias de publicidade. Este guia trata da parceria entre dois negócios locais. Para divulgar nas redes, veja o guia de marketing digital.
Quem escreveu
Fundador da Consylion e criador do Protocolo Consylion™
Li mais de 2.000 livros de negócios e reuni nos manuais da Consylion os métodos que uma pequena empresa consegue aplicar. Aqui, escrevo o passo a passo para você usar no seu negócio, com exemplos e a fonte de cada número.
Como produzimos este conteúdo
A pauta parte das dúvidas reais de quem toca uma pequena empresa e dos métodos dos manuais Consylion. O texto é escrito com apoio de inteligência artificial e segue o padrão editorial da Consylion: cada número, regra e citação vem de uma fonte confiável (órgãos públicos, normas, leis e pesquisas com metodologia publicada), aberta e conferida, e está listada no fim do artigo; o que não pode ser verificado não entra. Os exemplos com números são ilustrativos e estão identificados como tal. Quando surgem dados melhores ou as regras mudam, o artigo é revisado. Última revisão em . Leia a política editorial completa.
Continue lendo
Próximos artigos para você
- MarketingSEO local: o que é e como fazer, em ordem de prioridadeSEO local é fazer sua empresa aparecer no Google e no Maps para a região. Veja o que fazer, em que ordem, como pedir avaliações e medir o retorno.
- MarketingO que é marketplace e quanto ele leva de cada vendaO que é marketplace, como funciona e como decidir se compensa: a conta de uma venda de R$ 100, o quadro de decisão e o teste de 30 dias.
- MarketingComo vender no TikTok Shop: passo a passo e quanto sobraComo vender no TikTok Shop: exigência de CNPJ (ao menos MEI), passo a passo do cadastro e a conta de uma venda com as taxas oficiais, para ver o que sobra.
Fontes citadas
