Giro de estoque: como calcular e achar o dinheiro parado
"O estoque está cheio, mas o caixa está vazio." Se você já disse isso, o problema quase nunca é falta de mercadoria. O instinto diz que estoque cheio é negócio forte e estoque baixo é risco. Eu vejo de outro jeito: estoque é dinheiro com prazo. O giro mede quanto tempo esse dinheiro fica dormindo e em qual prateleira.
Giro de estoque: o que é, em uma frase
Giro de estoque é o número de vezes que o estoque se renovou no período. A fórmula, no Sebrae/PR, é "Giro de Estoque = Custo das Mercadorias Vendidas (CMV) / Estoque Médio". O CMV é, nas palavras da mesma página, "o valor que você pagou pelos produtos que vendeu". Para saber o prazo, divida os dias do período pelo giro: um estudo de congresso da FURB chama isso de prazo médio de estocagem. Quanto maior o giro, menor o prazo que a mercadoria fica parada.
Um giro de 4 ao ano, por exemplo, quer dizer 365 ÷ 4 = 91,25 dias. Mas esse é o giro de uma empresa inteira, e ele esconde mais do que mostra. Neste guia vamos abrir a conta por classe da curva ABC e achar o dinheiro parado em R$.
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Como calcular o giro de estoque, passo a passo
Passo a passo
- Defina o período.
- Pegue o CMV a custo.
- Calcule o estoque médio.
- Divida e converta em dias.
1. Defina o período
Use 12 meses como padrão. O giro mensal serve para acompanhar, mas negócio com Natal, Dia das Mães ou Black Friday engana no mês. Pronto quando você sabe de que dia a que dia vai a conta.
2. Pegue o CMV a custo
É o que você pagou pelo que vendeu, não o que recebeu. O Sebrae/PR diz que esse dado está no DRE.
O CPC 16 (R1) explica por que a base é o custo: o custo do estoque inclui os custos de aquisição, e quando o estoque é vendido, "o custo escriturado desses itens deve ser reconhecido como despesa do período em que a respectiva receita é reconhecida" (item 34). Este guia usa a conta de gestão; a apuração para fins fiscais é com o seu contador. Armadilha: usar o faturamento no lugar do CMV.
3. Calcule o estoque médio
As fontes abertas somam o estoque do começo e o do fim do período e dividem por 2. É a conta mais usada e serve para começar. O critério que eu uso, e que é da Consylion, não da fonte, é a média das 12 posições mensais, porque início e fim de ano deixam de fora o pico do Natal. O Excel faz isso na seção abaixo.
4. Divida e converta em dias
Giro = CMV ÷ estoque médio. Dias de estoque = 365 ÷ giro. Pronto quando você tem dois números: quantas vezes e quantos dias.
Sobre unidades ou valor: calcule em R$ a custo. Em unidades, itens de R$ 4 e de R$ 400 pesam igual, e o dinheiro parado some da conta.
Exemplo completo: loja de material de limpeza em Londrina
Imagine a mesma loja de Londrina do guia de lead time e da curva ABC, com R$ 249.100 de faturamento em 12 meses. Os números são fictícios e redondos: CMV de R$ 180.000, estoque a custo de R$ 52.000 no início e R$ 68.000 no fim.
Exemplo com números
Loja de material de limpeza em Londrina · giro de estoque, 12 meses
| Conta | Resultado |
|---|---|
| Estoque médio: (52.000 + 68.000) ÷ 2 | R$ 60.000 |
| Giro: 180.000 ÷ 60.000 | 3,0 vezes |
| Dias de estoque: 365 ÷ 3,0 | cerca de 122 dias |
Números de exemplo fictício. Troque pelos seus.
A loja renova o estoque três vezes por ano. Parece uma média tranquila, e é aí que ela engana. Abrindo pelas classes A, B e C (o estoque médio de cada classe segue a mesma conta de início e fim):
Exemplo com números
Loja de material de limpeza em Londrina · giro por classe
| Classe | CMV | Estoque médio | Giro | Dias de estoque | % do estoque | % do CMV |
|---|---|---|---|---|---|---|
| A | R$ 125.000 | R$ 20.000 | 6,25 | 58 | 33,3% | 69,4% |
| B | R$ 40.000 | R$ 18.000 | 2,2 | 164 | 30,0% | 22,2% |
| C | R$ 15.000 | R$ 22.000 | 0,7 | 535 | 36,7% | 8,3% |
| Total | R$ 180.000 | R$ 60.000 | 3,0 | 122 | 100% | 100% |
Números de exemplo fictício. Troque pelos seus.
A classe C ocupa 37% do dinheiro do estoque e responde por 8% do CMV. Ela leva 535 dias para virar, quase um ano e meio. A classe A gira 6 vezes e puxa a média para cima. O giro de 3,0 era verdade para a loja inteira e falso para cada pedaço dela.
Infográfico

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Do CMV e do estoque médio ao giro e aos dias, por classe
1 · O giro do ano
R$ 180.000 ÷ R$ 60.000 = 3,0 vezes
- R$ 180.000: CMV: o que você pagou pelo que vendeu
- ÷ R$ 60.000: estoque médio a custo
- = 3,0 vezes: giro do estoque no ano
Estoque médio: (R$ 52.000 no início + R$ 68.000 no fim) ÷ 2.
Atenção: Usar o faturamento no lugar do CMV infla o giro.
2 · O prazo em dias
365 ÷ 3,0 = cerca de 122 dias
- 365: dias do período
- ÷ 3,0: giro do ano
- = cerca de 122 dias: dias de estoque da loja inteira
O mesmo giro, aberto por classe
| Giro | Dias de estoque | % do estoque | % do CMV | |
|---|---|---|---|---|
| Classe A | 6,25 | 58 | 33,3% | 69,4% |
| Classe B | 2,2 | 164 | 30,0% | 22,2% |
| Classe C | 0,7 | 535 | 36,7% | 8,3% |
Fonte: Fórmula do giro e dos dias de estoque: Sebrae/PR e estudo da FURB (SEGeT, 2006); abertura por classe: conta do exemplo do artigo. Exemplo fictício, com números redondos: loja de material de limpeza em Londrina, 12 meses. Troque pelos seus.
Giro de estoque ideal: como achar o do seu negócio
Este guia não traz um giro ideal que valha para todo mundo. O Sebrae diz, num relatório voltado a salões de beleza, que giro mensal igual ou superior a 1,0 é excelente; é um número daquele setor e não vale para uma revenda de limpeza. Já o Sebrae/PR avisa que giro baixo pode indicar vendas fracas ou estoque alto demais, e que giro alto pode indicar falta de estoque.
Então, em vez de procurar um número de fora, eu proponho achar o seu, em três passos. É um critério meu, não uma norma:
- Cobertura-alvo da classe (em dias) = prazo de reposição do fornecedor + metade do intervalo entre compras + dias de segurança. O prazo você mede no guia de lead time; a segurança, no de controle de estoque.
- Giro-alvo = 365 ÷ cobertura-alvo.
- Dinheiro parado = estoque médio − (CMV ÷ giro-alvo).
Na loja, imagine estas escolhas do dono (fictícias). Classe A: reposição de 12 dias (o pior caso do fornecedor), compra a cada 30 dias e 8 de segurança, 12 + 15 + 8 = 35 dias. Classe B: 15 dias de reposição, compra a cada 40 dias e 10 de segurança, 15 + 20 + 10 = 45 dias. Classe C: 30 dias de reposição, compra a cada 90 dias e 15 de segurança, 30 + 45 + 15 = 90 dias.
Exemplo com números
Loja de material de limpeza em Londrina · dinheiro parado por classe
| Classe | Cobertura-alvo | Giro-alvo | Estoque-alvo (CMV × dias ÷ 365) | Estoque médio | Dinheiro parado |
|---|---|---|---|---|---|
| A | 35 dias | 10,4 | R$ 11.986 | R$ 20.000 | R$ 8.014 |
| B | 45 dias | 8,1 | R$ 4.932 | R$ 18.000 | R$ 13.068 |
| C | 90 dias | 4,1 | R$ 3.699 | R$ 22.000 | R$ 18.301 |
| Total | R$ 20.617 | R$ 60.000 | R$ 39.383 |
Números de exemplo fictício. Troque pelos seus.
Pela régua, R$ 39.383 dos R$ 60.000 estão acima do que a reposição pede. Em percentuais do estoque médio de R$ 60.000, os R$ 20.617 de estoque-alvo são 34,4% e os R$ 39.383 parados são 65,6%. É um teto, não uma meta para fechar em um mês: o dono decide o corte, e o pedido mínimo do fornecedor pode segurar parte. Mas a leitura já muda a conversa. A classe C, com só 8% do CMV, é a maior fatia do dinheiro parado.
Infográfico

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Cobertura-alvo, estoque-alvo e excesso de cada classe, pelo critério da Consylion
- Cobertura-alvo: Prazo de reposição + metade do intervalo entre compras + dias de segurança.
- Giro-alvo: 365 ÷ cobertura-alvo.
- Dinheiro parado: Estoque médio − (CMV ÷ giro-alvo).
Quanto cada classe tem a mais
| Cobertura-alvo | Estoque-alvo | Estoque médio | Dinheiro parado | |
|---|---|---|---|---|
| Classe A | 35 dias | R$ 11.986 | R$ 20.000 | R$ 8.014 |
| Classe B | 45 dias | R$ 4.932 | R$ 18.000 | R$ 13.068 |
| Classe C | 90 dias | R$ 3.699 | R$ 22.000 | R$ 18.301 |
Dos R$ 60.000 de estoque médio
| Parte | Valor | % do total |
|---|---|---|
| Estoque-alvo (o que a reposição pede) | R$ 20.617 | 34,4% |
| Dinheiro parado (um teto, não uma meta de um mês) | R$ 39.383 | 65,6% |
| Total | R$ 60.000 | 100% |
Fonte: Critério do giro-alvo da Consylion (não é norma), aplicado ao exemplo do artigo; fórmula do giro: Sebrae/PR. Exemplo fictício: as coberturas-alvo são escolhas imaginadas do dono da loja. O corte é decisão dele.
O contraponto importa. Giro alto demais é ruptura: o cliente chega, o item não está lá, e a venda vai para o concorrente. Por isso a conta tem a segurança dentro, e por isso item C que não pode faltar (a luva de um cliente fixo, por exemplo) não se zera. Se ele é crítico, o dono mantém o estoque.
Cobertura de estoque: o giro em dias
O giro olha para trás: o que aconteceu nos últimos 12 meses. A cobertura olha para a frente: quantos dias o saldo de hoje dura se a venda continuar igual. O Sebrae calcula a cobertura em unidades; aqui eu uso o CMV diário em R$, que é a mesma lógica e é conta da Consylion.
Cobertura = estoque final ÷ (CMV ÷ 365). Na loja: 68.000 ÷ (180.000 ÷ 365) = cerca de 138 dias. É maior que os 122 dias do giro porque o estoque terminou o ano acima da média. Segundo o relatório do Sebrae, quanto menor a cobertura, maior o risco de faltar mercadoria, e quanto maior, maior o risco de estoque obsoleto.
Estoque parado: o que fazer com os itens de giro baixo
Primeiro ache o parado: a classe C pelo giro e os itens sem venda há mais de 90 dias (o corte de 90 dias é meu). Depois decida item a item, com estas opções, que são orientação da Consylion:
- Parar de repor. É o mais barato. Mas na loja, a classe C vende R$ 15.000 por ano em custo, uns R$ 41 por dia. Para vender os R$ 18.301 de excesso no ritmo normal, a loja levaria cerca de 445 dias.
- Liquidar. Vender com desconto o que não gira, mesmo com margem menor, devolve caixa. Eu começaria pelo item que o cliente reconhece e que tem preço de referência.
- Devolver ao fornecedor. Pergunte, principalmente para itens sem uso. Cada fornecedor tem a sua regra.
- Montar kit. Juntar um item parado a um de giro alto, como uma vassoura com um desinfetante.
- Manter. Item crítico, como acima, fica, no tamanho da segurança.
Quanto você libera é a diferença que a conta mostrou. Se a classe C chegasse ao estoque-alvo, seriam R$ 18.301 de caixa. E o dinheiro liberado não precisa virar mais estoque: pode pagar fornecedor, que é o que o estoque parado deveria estar fazendo. O Sebrae descreve bem esse efeito: o empresário retira dinheiro do caixa e o armazena em forma de produtos, reduzindo o capital de giro.
Giro de estoque no Excel
Sem cadastro, em uma planilha. Doze linhas, uma por mês:
Modelo pronto para copiar
Giro de estoque no Excel, com a média dos 12 meses
| Coluna | Conteúdo |
|---|---|
| A (A2:A13) | Mês |
| B (B2:B13) | Estoque final do mês, a custo |
| C (C2:C13) | CMV do mês |
| Resultado | Fórmula |
|---|---|
| Estoque médio | =MÉDIA(B2:B13) |
| CMV de 12 meses | =SOMA(C2:C13) |
| Giro | =SOMA(C2:C13)/MÉDIA(B2:B13) |
| Dias de estoque | =365/giro (aponte para a célula do giro) |
| Cobertura em dias | =B13/(C13/30) |
Dois cuidados. A função MÉDIA ignora célula vazia, mas inclui o zero; se um mês teve estoque zero, deixe 0, e se o mês ainda não aconteceu, deixe em branco. E, se uma fórmula sua tiver mais de um argumento e o Excel pedir ponto e vírgula, troque a vírgula. A cobertura aqui usa o CMV do último mês dividido por 30; se o último mês foi forte, a cobertura sai menor do que a real, então olhe também a média de 3 meses.
Erros comuns no cálculo do giro
- Usar o preço de venda no lugar do custo. O giro sai maior que o real e o estoque parece mais saudável do que é.
- Estoque médio com só início e fim em negócio sazonal. O pico do Natal some da conta.
- Mês no lugar do ano em negócio de data forte. Um dezembro bom não é giro bom.
- Comparar giro de categorias diferentes. O giro depende do tipo de produto e do prazo de reposição; compare o item com ele mesmo, trimestre a trimestre.
- Perseguir o giro máximo. Giro alto demais pode ser o sinal de que está faltando mercadoria.
Exercício de 15 minutos
Mão na massa · 30 minutos
Seu giro de estoque em 15 minutos
- Minutos 0 a 5: anote o valor do estoque a custo no fim de cada um dos últimos 12 meses, no sistema ou na contagem.
- Minutos 5 a 10: some o CMV dos 12 meses (o que você pagou pelo que vendeu).
- Minutos 10 a 15: divida o CMV pela média dos estoques, depois divida 365 pelo giro.
- Pronto quando: você tem o giro e os dias de estoque do seu negócio anotados.
Hoje, pegue o valor do estoque a custo no fim de cada mês e o CMV de 12 meses. Divida um pelo outro. Esse é o seu giro; 365 dividido por ele, o seu prazo. Depois, abra pela classe C e veja quanto dinheiro dorme ali.
Estoque parado é dinheiro que você já pagou e ainda não recebeu.
Padrão Consylion de aconselhamento
Como usar este conselho
- De onde vem
- A fórmula do giro (custo das mercadorias vendidas dividido pelo estoque médio) e os dias de estoque, como aparecem no Sebrae e em estudo de congresso; o custo do estoque, no CPC 16 (R1); e o critério do giro-alvo, que é meu e da Consylion. As 6 fontes estão listadas no fim do artigo.
- Quando se aplica
- Comércio de 1 a 9 pessoas com pelo menos 20 itens, que compra por sensação e sente o caixa apertado com o estoque cheio.
- Quem tem o valor do estoque a custo e o custo das mercadorias vendidas, mesmo que em planilha.
- Limites
- O exemplo é fictício e de números redondos: os seus dados mandam.
- O giro-alvo da régua é um critério meu, não uma norma. Perecível, moda e item sob encomenda pedem outro período e outro olhar.
- É conta de gestão. A apuração do estoque e do custo das mercadorias vendidas para fins fiscais é do contador.
- Na prática
- O valor do estoque a custo no fim de cada mês, o custo das mercadorias vendidas de 12 meses e uma planilha simples.
- Como medir o resultado
- Em até 1 semana: giro e dias de estoque do negócio anotados.
- Em 1 trimestre: o valor em R$ da classe C e dos itens sem venda há mais de 90 dias menor do que na primeira medição.
- A cada trimestre: giro revisto com a média dos meses.
- Quando revisar
- Mudar o fornecedor principal ou o prazo de entrega.
- Mudar o mix de produtos ou a margem.
- Depois de uma temporada forte, como Black Friday ou Natal.
- O contador mudar o cálculo do custo das mercadorias vendidas.
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Controle de estoque: como fazer na pequena empresa
Controle de estoque passo a passo: ficha de entrada e saída com exemplo em R$, custo médio, ponto de pedido, contagem e planilha pronta, sem cadastro.
Ler o próximo →Perguntas frequentes
- Posso calcular o giro de estoque pelo preço de venda?
- Não. O giro compara o que você pagou pelas mercadorias que vendeu com o que está parado a custo. Se usar o preço de venda no numerador, a margem entra na conta e o giro sai maior do que é, porque o estoque está a custo. No exemplo da loja, os R$ 249.100 de faturamento dariam giro de 4,2, contra os 3,0 reais.
- Serviço tem giro de estoque?
- Só se você mantém material de consumo, como produtos de limpeza de uma clínica ou peças de um técnico. Nesse caso, a conta é a mesma, com o custo do material usado no período dividido pelo estoque médio desse material. Quem não guarda material não tem giro para calcular.
- Giro baixo é sempre ruim?
- Não. Segundo o Sebrae/PR, giro baixo pode indicar vendas fracas ou estoque alto demais, e giro alto pode indicar falta de estoque. Item de entrega lenta, de uso raro e que não pode faltar pede giro menor. O que importa é comparar o giro com o prazo de reposição do item.
Quem escreveu
Fundador da Consylion e criador do Protocolo Consylion™
Li mais de 2.000 livros de negócios e reuni nos manuais da Consylion os métodos que uma pequena empresa consegue aplicar. Aqui, escrevo o passo a passo para você usar no seu negócio, com exemplos e a fonte de cada número.
Como produzimos este conteúdo
A pauta parte das dúvidas reais de quem toca uma pequena empresa e dos métodos dos manuais Consylion. O texto é escrito com apoio de inteligência artificial e segue o padrão editorial da Consylion: cada número, regra e citação vem de uma fonte confiável (órgãos públicos, normas, leis e pesquisas com metodologia publicada), aberta e conferida, e está listada no fim do artigo; o que não pode ser verificado não entra. Os exemplos com números são ilustrativos e estão identificados como tal. Quando surgem dados melhores ou as regras mudam, o artigo é revisado. Última revisão em . Leia a política editorial completa.
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Fontes citadas
- 01 Sebrae/PR — Como calcular o giro de estoque da sua empresa (07/10/2025)
- 02 Sebrae — Relatório de Inteligência, Beleza e Bem-Estar: Gestão de estoque para empreendimentos de beleza (maio-junho/2019)
- 03 Koxne, Haussmann e Beuren (FURB) — Um estudo do controle e dos custos dos estoques, III SEGeT (2006)
- 04 CVM — Resolução CVM nº 99/2022, anexo com o CPC 16 (R1) Estoques
- 05 Microsoft — Função MÉDIA
- 06 Microsoft — Função SOMA
