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Mapeamento de processos: como fazer, com exemplo e modelo

"Se eu tirar uma semana de folga, a assistência para." Se essa frase é sua, o processo mora na sua cabeça e na de uma ou duas pessoas, e ninguém sabe direito o que acontece entre o aparelho entrar e o cliente buscar. Para isso existe o mapeamento de processos: descobrir o que acontece antes de corrigir qualquer coisa.

Ele é a primeira etapa da gestão de projetos e processos de uma empresa pequena: o projeto cria algo novo uma vez, o processo se repete todo dia, e o que se repete merece ser levantado.

O que é mapeamento de processos e como ele difere do fluxograma e do POP

Mapeamento de processos é levantar como o trabalho acontece hoje, com quem executa: quais são os passos, quem faz cada um, quanto tempo leva e onde trava. Um processo, no guia BPM CBOK da ABPMP, é "uma agregação de atividades e comportamentos executados por humanos ou máquinas para alcançar um ou mais resultados". Segundo o mesmo guia, o termo vale para organizações "de qualquer porte e segmento de negócio", inclusive a sua.

Três palavras andam juntas e eu uso cada uma de um jeito, como critério da Consylion:

  • Mapear é levantar o que acontece: conversar, observar, medir, anotar.
  • Desenhar o fluxograma é transformar o levantamento em uma página, com símbolos e setas. O passo a passo está no artigo sobre fluxograma de processo.
  • Instruir (o POP) é escrever como executar cada tarefa, com o detalhe que não cabe no desenho.

A ordem mapear, desenhar e instruir também é critério meu. Ela tem apoio na prática dos guias: o CBOK trata a análise do estado atual antes do desenho, e a ficha do Sebraetec sobre POP, o procedimento operacional padrão, começa pelo "diagnóstico do fluxo de trabalho atual" e só depois chega à instrução.

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Por que mapear antes de padronizar: o processo real não é o que o dono imagina

Mapear antes de padronizar importa porque o processo que o dono descreve quase nunca é o que a equipe executa. O instinto diz que falta um sistema ou uma regra nova. O problema é que você ainda não sabe o que acontece de fato, e regra escrita sobre o processo imaginado só cria um segundo processo, o do papel.

O guia da ABPMP diz com todas as letras: "Poucas pessoas realmente conhecem como o trabalho é de fato executado na totalidade de um processo ou mesmo de uma área funcional". Para ele, o principal benefício de analisar o estado atual é "o entendimento comum de como o trabalho é feito". Quem faz o trabalho tem atalhos, remendos e um passo que só uma pessoa conhece.

Esse cuidado faz parte da gestão por processos: o CBOK define o BPM (gerenciamento de processos de negócio) como uma disciplina que "trata processos de negócio como ativos da organização". Na empresa pequena, isso se resume a conhecer os poucos processos que sustentam o negócio antes de mexer neles. O material do Ministério dos Transportes, voltado ao setor público, sugere as mesmas perguntas de diagnóstico que usarei na ficha: existem gargalos significativos? Há retrabalho? Existem aprovações em demasia?

Como fazer o mapeamento de processos, passo a passo

Para mapear um processo, siga seis passos, da escolha do processo à devolução do mapa a quem executa.

Passo a passo

  1. Escolha um processo, só um.
  2. Entreviste quem executa.
  3. Anote os passos como rodam de verdade.
  4. Meça tempo de trabalho, tempo de espera e retrabalho.
  5. Marque o gargalo.
  6. Devolva o mapa a quem executa.

1. Escolha um processo. O critério que eu uso é o que mais se repete e mais interrompe você, como orçamento, pedido ou entrega. Pronto quando você diz o nome do processo em até cinco palavras. A armadilha é querer mapear a empresa toda de uma vez: o CBOK lista como um dos erros mais frequentes "ficar por um longo tempo paralisado na análise do 'AS-IS' documentando cada detalhe" (AS-IS é o estado atual).

2. Entreviste quem executa. Sente com cada pessoa que toca no processo, de preferência presencialmente, por uns 15 minutos. O guia da ABPMP lembra que a entrevista presencial costuma ser a mais produtiva porque permite "maior diálogo e discussão sobre o que realmente está ocorrendo". Pronto quando cada pessoa contou a sua parte, sem você corrigir. A armadilha é mapear sozinho, do seu jeito.

3. Anote os passos reais. Escreva em verbo e objeto ("registra o aparelho", "pede a peça"), na ordem em que acontecem, incluindo o atalho e o remendo.

Se puder, observe um dia de trabalho: segundo o CBOK, a observação direta "pode revelar atividades e tarefas que, de outra forma, poderiam não ser reconhecidas", mas existe o risco de os executores "fazerem aquilo que acham que o observador quer ver". Pronto quando cada passo tem um responsável.

4. Meça tempo e retrabalho. Para cada passo, anote o tempo de trabalho (a mão na tarefa), o tempo de espera (o trabalho parado, esperando alguém ou algo) e o retrabalho (em quantos casos o passo é refeito). Pronto quando todo passo tem os três números, mesmo que estimados com a equipe. A espera é o que o dono não vê.

5. Marque o gargalo. Gargalo é o passo em que o trabalho mais espera. Olhe a coluna de espera e pergunte quem ou o que está do outro lado. Pronto quando você aponta um passo e diz a causa. Em geral o gargalo está numa decisão que só o dono toma.

6. Devolva o mapa a quem executa. Mostre o resultado e pergunte se é o que a pessoa faz. Pronto quando quem executa se reconhece. Se não se reconhece, volte ao passo 3.

Infográfico

Infográfico com os 6 passos do mapeamento de processos: escolher um processo, entrevistar quem executa, anotar os passos reais, medir tempo e retrabalho, marcar o gargalo e devolver o mapa a quem executa.
Como mapear um processo em 6 passosBaixar o infográfico
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Do levantamento ao gargalo, com quem executa

  1. Escolha um processo: Só um: o que mais se repete e mais te interrompe.
  2. Entreviste quem executa: Presencial, uns 15 minutos por pessoa, sem corrigir.
  3. Anote os passos reais: Verbo e objeto, na ordem em que acontecem, com responsável.
  4. Meça tempo e retrabalho: Trabalho, espera e retrabalho de cada passo.
  5. Marque o gargalo: O passo em que o trabalho mais espera, e a causa.
  6. Devolva o mapa: Pronto quando quem executa se reconhece nele.

Fonte: Critério da Consylion (Manual de Processos); entrevista e observação direta: BPM CBOK V3.0, ABPMP Brasil, 2013. A ordem mapear, desenhar e instruir e o limite de 6 a 12 passos são critérios do autor, não normas.

Quando parar de levantar. O critério que eu uso é parar quando o processo cabe em 6 a 12 passos e o gargalo já apareceu. Abaixo de 6, o levantamento está raso; acima de 12, são dois processos, e o melhor é dividir. Não é norma, é regra de bolso minha. O CBOK dá o sentido: análise de processos "é um meio, não um fim".

Exemplo completo: assistência técnica de celular em Londrina

A assistência técnica é fictícia e os números são redondos, para a conta ficar clara. São três pessoas: o dono, um técnico e uma atendente. O dono costuma estar na rua, visitando clientes e comprando peças. O processo mapeado é o conserto de um aparelho que precisa de peça, da chegada à entrega. Os tempos são em horas úteis, por conserto.

Exemplo com números

Assistência técnica · conserto com troca de peça

Etapa Responsável Trabalho (h) Espera (h) Retrabalho
1. Receber e registrar o aparelho Atendente 0,25 0 20%
2. Diagnosticar Técnico 0,5 3 0%
3. Montar o orçamento Técnico 0,25 1 0%
4. Aprovar o orçamento Dono 0,25 10 0%
5. Combinar com o cliente Atendente 0,25 4 10%
6. Pedir a peça Atendente 0,25 8 0%
7. Consertar Técnico 1,5 2 10%
8. Testar Técnico 0,25 0 5%
9. Avisar e entregar Atendente 0,25 4 0%
Total 3,75 32

Números de exemplo fictício. Troque pelos seus.

O retrabalho é o percentual de consertos em que a etapa é refeita. Na etapa 1, em 2 de cada 10 aparelhos faltava a senha ou a descrição do defeito, e a atendente precisava voltar ao cliente. Na etapa 7, 1 em cada 10 consertos era refeito.

A conta: 3,75 h de trabalho mais 32 h de espera dão 35,75 h por conserto, e a espera é 32 ÷ 35,75 = 89,5% do tempo. O aparelho passa quase 90% do tempo parado. O gargalo é a etapa 4: são 10 h esperando o dono, que só aprova o orçamento quando volta da rua. O fornecedor da peça (8 h) pesa quase igual, mas está fora do seu controle. A aprovação está nas suas mãos.

As 32 h de espera vêm de 10 h do dono (31,3%), 8 h do fornecedor (25%), 8 h do cliente (4 h para responder e 4 h para buscar, 25%) e 6 h da fila do técnico e da bancada (3 + 1 + 2, 18,8%).

A mudança testada: o técnico aprova sozinho orçamentos até R$ 300 (o valor é ilustrativo).

Suponha que 7 de cada 10 consertos fiquem nesse limite. Nesses, a espera da etapa 4 cai de 10 h para 0,5 h. Nos outros 3, continua em 10 h. A espera média da etapa 4 passa a ser 0,7 × 0,5 + 0,3 × 10 = 0,35 + 3 = 3,35 h, 6,65 h a menos. O total vai de 35,75 h para 29,1 h por conserto, uma redução de 18,6%, e o dono aprova 3 orçamentos em cada 10.

Os números são ilustrativos: no seu negócio, meça os seus. Para acompanhar esse prazo de ponta a ponta, veja o lead time.

Infográfico

Infográfico do mapeamento de uma assistência técnica fictícia: 32 de 35,75 horas por conserto são espera, e aprovar o orçamento sem o dono até R$ 300 reduz o total de 35,75 para 29,1 horas.
Onde o conserto de celular demoraBaixar o infográfico
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Assistência técnica fictícia em Londrina: 35,75 h por conserto, 89,5% de espera

Para onde vão as 32 h de espera

ParteValor% do total
Aprovação do dono (gargalo: ele só aprova ao voltar da rua)10 h31,3%
Fornecedor da peça8 h25,0%
Cliente (responder e buscar)8 h25,0%
Fila do técnico e da bancada6 h18,8%
Total32 h100%

O mesmo conserto, antes e depois

Antes (O dono aprova tudo)

  • Tempo de trabalho: 3,75 h
  • Tempo de espera: 32 h
  • Orçamentos aprovados pelo dono: 10 em 10
  • 35,75 h: por conserto, 89,5% de espera

Depois (O técnico aprova até R$ 300)

  • Tempo de trabalho: 3,75 h
  • Tempo de espera: 25,35 h
  • Orçamentos aprovados pelo dono: 3 em 10
  • 29,1 h: por conserto, 18,6% a menos

Fonte: Cálculo do exemplo do artigo; critério da Consylion. Exemplo fictício, com números redondos, em horas úteis. Não é resultado real; meça os seus.

Modelo de levantamento para copiar

A ficha de levantamento abaixo é em texto, sem cadastro, e funciona em papel, Word, Excel ou Google Sheets. Preencha uma por processo.

Modelo pronto para copiar

Ficha de levantamento de processo

Processo: (nome em até cinco palavras) Gatilho: (o fato que começa o processo) Resultado: (o que termina o processo) Cliente do processo: (quem recebe o resultado) Quem executa: (nomes ou funções)

Passos reais (um por linha, verbo e objeto, na ordem em que acontecem):

# Passo Responsável Trabalho (h) Espera (h) Retrabalho (%) Sistema ou ferramenta Onde trava
1
2

Totais: trabalho __ h, espera __ h, percentual de espera __ % Gargalo: (o passo em que o trabalho mais espera) e a causa Quem validou: (quem executa e se reconheceu no mapa) e a data

Em planilha, use uma linha por passo e some as colunas de trabalho e de espera; o percentual de espera é a espera dividida pelo total.

Por exemplo, para a entrega de um pedido, a ficha começa assim: gatilho "pedido pago", resultado "pedido na mão do cliente", e os passos viriam das entrevistas. Se a embalagem dependesse de uma só pessoa, a coluna de espera mostraria o gargalo ali. Para passar a ficha a limpo como lista de verificação da rotina, o artigo sobre checklist mostra o formato.

Ferramenta e notação: papel, planilha ou BPMN

Use a ferramenta que você já abre sem pensar, porque o levantamento vale pelo que está escrito, não pelo programa. Papel e post-its servem para a conversa com a equipe; uma planilha, como Excel ou Google Sheets, guarda a ficha e soma os tempos; programas de diagrama, como o Bizagi ou o PowerPoint, servem ao desenho depois. Não comparo ferramentas nem preços.

BPMN (Business Process Model and Notation) é o padrão de notação para diagramas de processo. A OMG, que mantém a especificação, o descreve como "the de-facto standard for business processes diagrams", pensado para ser usado por quem desenha, gerencia e executa os processos, com uma notação "flowchart-like", parecida com a de um fluxograma. A versão 2.0.2 é de janeiro de 2014. Existe também a norma internacional ISO/IEC 19510, de 2013, idêntica ao BPMN 2.0.1 da OMG, segundo o catálogo da IEC.

Quando é preciso? O critério que eu uso: o processo cruza vários setores, sistemas ou prestadores, ou você precisa passá-lo a quem programa um sistema. Isso é critério da Consylion, e não regra da especificação. A assistência do exemplo cabe em ficha e fluxograma simples. O BPMN fica para depois do levantamento.

O erro mais comum no mapeamento de processos

O erro mais comum é mapear sozinho, do jeito que você acha que o processo é, e entregar um mapa que ninguém reconhece. O instinto diz que o problema é a falta de um bom desenho. O problema é a falta de pergunta: o mapa que você faz sozinho mostra o que você imagina, e o da equipe mostra o que acontece. É como o exame antes da receita: ninguém prescreve sem examinar, e processo não se corrige sem levantar.

Outros erros vêm junto:

  • Mapear a empresa inteira. Um processo por vez, o que mais interrompe você.
  • Pular a medida. Sem tempo de espera, o gargalo vira palpite.
  • Não devolver o mapa. Sem a validação do passo 6, você não sabe se o mapa é verdadeiro.
  • Querer desenhar já. O fluxograma e o POP vêm depois do levantamento, não no lugar dele.

O teste de pronto é simples: quem executa se reconhece no mapa. Se alguém diz "não é bem assim", o mapa é novo e valioso, porque achou o passo que você não conhecia.

Exercício de 30 minutos

Mão na massa · 30 minutos

Mapear o processo que mais te interrompe

  • Minutos 0 a 5: escolha um processo que se repete toda semana e preencha o gatilho e o resultado da ficha.
  • Minutos 5 a 20: sente com quem executa e anote cada passo na ordem em que acontece, sem corrigir nada.
  • Minutos 20 a 27: peça o tempo de trabalho e o de espera de cada passo, mesmo estimados.
  • Minutos 27 a 30: marque o passo em que o trabalho mais espera.
  • Pronto quando: apareceu um passo que você não conhecia.

Depois entregue a ficha a quem executa e pergunte: "isso é o que você faz?". Em duas semanas, conte quantas vezes o gargalo marcado ainda parou o trabalho.

Para levar
Antes de melhorar o processo, descubra qual é o processo.

Padrão Consylion de aconselhamento

Como usar este conselho

De onde vem
O guia BPM CBOK V3.0 da ABPMP (levantamento do estado atual, entrevista e observação), a ficha do Sebraetec sobre POP (diagnóstico do fluxo atual antes da instrução) e o critério da Consylion de levantar com quem executa antes de desenhar e padronizar, a partir do Manual de Processos. As 5 fontes estão listadas no fim do artigo.
Quando se aplica

Dono(a) de pequeno negócio com 1 a 9 pessoas que quer entender e padronizar um processo repetitivo, como atendimento, orçamento, pedido ou entrega.

Limites
  • O mapeamento não substitui o fluxograma (o desenho) nem o POP (a instrução de como executar a tarefa): ele é o levantamento que vem antes dos dois.
  • Processo que cruza vários setores, sistemas ou prestadores pede BPMN ou apoio de especialista em processos.
  • O exemplo da assistência técnica é fictício, com números redondos, e não prevê o seu resultado.
  • Processo com exigência legal ou de segurança (alimentos, saúde, indústria) pede conferir a norma aplicável antes de mudar qualquer etapa.
Na prática
Papel e caneta, ou uma planilha, e cerca de 30 minutos por processo, com quem executa.
Como medir o resultado
  • Tempo de trabalho e de espera por unidade (por conserto, pedido ou atendimento) antes e depois da mudança, nas mesmas condições.
  • Depois de 2 semanas, quantas vezes o gargalo apontado ainda parou o trabalho.
Quando revisar
  • A OMG publicar nova versão da especificação BPMN ou a norma ISO/IEC 19510 for revisada.
  • O processo mudar na empresa, com etapa nova ou novo responsável.
  • O conteúdo do Manual de Processos mudar.

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Fluxograma de processo: como fazer, com exemplo e modelo

Fluxograma: o que é, os 4 símbolos que bastam, como desenhar o de um processo em 6 passos, exemplo de uma marcenaria e modelo para copiar sem cadastro.

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Perguntas frequentes

Quantos processos uma empresa pequena precisa mapear?
Comece por um só: o que mais se repete e mais interrompe você. O critério que eu uso é mapear o seguinte só depois que o primeiro foi devolvido a quem executa e a mudança funcionou por duas semanas. Mapear a empresa inteira de uma vez costuma travar no meio e ninguém usa o resultado.
Quem deve fazer o mapeamento de processos?
Quem executa o processo, com você ao lado para organizar. Você conduz as perguntas, mas a descrição dos passos vem de quem faz o trabalho todo dia. Se o dono mapeia sozinho, o mapa mostra o processo que ele imagina, e a equipe percebe a diferença na primeira leitura.
De quanto em quanto tempo atualizo o mapa?
Atualize quando o processo mudar: etapa nova, outro responsável, outra ferramenta ou outro tipo de cliente. Como regra de bolso minha, e não norma, releia o mapa com quem executa uma vez por semestre. Se ninguém reconhece mais o mapa, ele já está velho.
Mapeamento de processos serve para MEI?
Serve, na escala dele. Um MEI sozinho também tem processo: receber o pedido, produzir, entregar, cobrar. A ficha de levantamento funciona do mesmo jeito, e o ganho aparece quando você quer passar uma etapa para alguém ou entender por que o serviço demora mais do que deveria.
Edson Oliveira

Quem escreveu

Edson Oliveira

Fundador da Consylion e criador do Protocolo Consylion™

Li mais de 2.000 livros de negócios e reuni nos manuais da Consylion os métodos que uma pequena empresa consegue aplicar. Aqui, escrevo o passo a passo para você usar no seu negócio, com exemplos e a fonte de cada número.

Como produzimos este conteúdo

A pauta parte das dúvidas reais de quem toca uma pequena empresa e dos métodos dos manuais Consylion. O texto é escrito com apoio de inteligência artificial e segue o padrão editorial da Consylion: cada número, regra e citação vem de uma fonte confiável (órgãos públicos, normas, leis e pesquisas com metodologia publicada), aberta e conferida, e está listada no fim do artigo; o que não pode ser verificado não entra. Os exemplos com números são ilustrativos e estão identificados como tal. Quando surgem dados melhores ou as regras mudam, o artigo é revisado. Última revisão em . Leia a política editorial completa.

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Fontes citadas

  1. 01 ABPMP Brasil — Guia para o Gerenciamento de Processos de Negócio, Corpo Comum de Conhecimento (BPM CBOK V3.0), 1ª edição em português, 2013
  2. 02 OMG — About the Business Process Model and Notation Specification, versão 2.0.2
  3. 03 IEC Webstore — ISO/IEC 19510:2013, Information technology, Object Management Group Business Process Model and Notation
  4. 04 Sebrae — Portfólio Sebraetec, ficha Procedimento Operacional Padrão (POP)
  5. 05 Ministério dos Transportes — Mapeamento de Processos: Boas Práticas de Governança e Gestão (apresentação em PDF)