Criatividade nos negócios: como gerar e testar ideias
"Eu não sou criativo. As ideias aparecem quando aparecem, e na semana corrida elas não aparecem." Se você pensa assim, o que falta quase nunca é talento. Falta um lugar para escrever a ideia e um jeito barato de testá-la. Aqui você vê o que é criatividade, o que a pesquisa diz sobre ela e uma rotina de 70 minutos por semana, com um mês inteiro calculado em R$.
O que é criatividade?
Criatividade é a capacidade de gerar ideias, produtos ou processos que sejam, ao mesmo tempo, novos e úteis. É a definição que a pesquisa de criatividade em organizações tem como consenso, segundo Harvey e Berry, da University College London. Novo sem ser útil é só esquisito. Útil sem ser novo é repetir o que todo mundo faz.
Para um negócio pequeno, a ideia pode ser pequena: um combo, um aviso ao cliente, uma troca no balcão. O critério que eu uso é perguntar se ela é nova para os seus clientes e se resolve algo para eles.
Este texto faz parte da série sobre ser dono de um pequeno negócio. A técnica de reunir o time para gerar ideias tem guia próprio, o de brainstorming. Aqui o assunto é o hábito que alimenta essa sessão.
Consylion Insights · a carta das 7h10
Uma ideia por dia para aplicar no negócio e na vida. E 5 guias grátis para começar.
Criatividade é dom ou processo?
O instinto diz que criatividade é dom: quem tem, tem; quem não tem, espera. Os modelos de Teresa Amabile descrevem outra coisa. Segundo o capítulo de Fisher, Ananth e Caliskan, da mesma universidade, o processo criativo tem cinco etapas:
- identificar a tarefa;
- preparar;
- gerar respostas;
- validar e comunicar;
- chegar ao resultado.
Os autores resumem que a criatividade não acontece de uma vez, num lampejo, e sim por uma combinação previsível de atividades ao longo do tempo.
Cada etapa depende de três componentes: motivação, conhecimento da área e habilidades de pensamento criativo. A motivação pesa mais na hora de achar o problema, porque quem gosta do que faz percebe mais tarefas novas. O conhecimento da área pesa na preparação, porque dá a matéria-prima das etapas seguintes. Os modelos também destacam o lado social da criatividade: o ambiente conta, não só a pessoa.
Na minha leitura, o dono costuma ir do problema direto para a ideia, e da ideia direto para o investimento ou para a gaveta. A etapa que fica de fora é a de validar, que é testar com custo pequeno. É por ela que a rotina deste guia termina.
Criatividade no trabalho: o que a pesquisa mostra
Dois estudos ajudam a montar o hábito. Os dois são de laboratório, e nenhum testou uma rotina de negócio.
Mais ideias, melhor a melhor ideia. Girotra, Terwiesch e Ulrich (2010), em experimento com estudantes, definem o desempenho de um grupo como a qualidade das melhores ideias identificadas. Eles apontam quatro fatores: a qualidade média das ideias, o número de ideias, a variação da qualidade e a capacidade do grupo de reconhecer o que é bom. No experimento, as equipes em que cada pessoa trabalhou sozinha e depois juntou as ideias geraram mais ideias e ideias melhores do que as que trabalharam juntas o tempo todo.
Construir em cima das ideias dos outros, recomendação comum, foi contraproducente. Por isso a minha cota é de 5 ideias por sessão: o número entra na conta da melhor ideia.
Caminhar antes de pensar. No estudo de Oppezzo e Schwartz (2014), 48 estudantes de psicologia listaram usos alternativos para objetos comuns sentados e depois caminhando numa esteira. Entre eles, 81% produziram mais usos criativos caminhando, e o aumento médio foi de cerca de 60%. No teste de pensamento convergente, o de achar a resposta certa, só 23% melhoraram. Em outro experimento, andar ao ar livre rendeu as analogias mais novas e de maior qualidade.
O limite: a tarefa era listar usos de objetos, não resolver problema de negócio, e no primeiro experimento a caminhada sempre vinha depois da condição sentada, o que pode ter pesado. O Experimento 2 reduz essa dúvida: o grupo que sentou duas vezes não melhorou, produziu menos ideias novas na segunda vez, então a prática não explica o ganho. Como critério meu, uma volta curta antes da sessão custa nada.
Como desenvolver a criatividade no negócio, passo a passo
São cinco passos, um para cada etapa do processo descrito acima, repetidos toda semana. A divisão em 70 minutos é critério da Consylion. Antes de começar, reúna:
Checklist
- Um caderno só para ideias, de papel ou no celular.
- 70 minutos por semana, em blocos: 5, 5, três de 15 e um de 15.
- Um caderno de problemas: o que os clientes reclamaram, o que perguntaram mais de uma vez, o número que está ruim.
- O filtro de três perguntas: a ideia cabe num teste de 7 dias? Custa até R$ 100? Tem um número que diz se funcionou? O teto de R$ 100 é o que eu uso para negócio pequeno; ajuste ao seu caixa.
- Quem mede o teste, com o horário marcado no calendário.
Passo a passo
- Escolha o problema.
- Reúna o que você sabe.
- Escreva ideias em três sessões.
- Filtre e marque o teste.
- Meça e decida.
1. Escolha o problema (5 minutos)
Pegue um item do caderno de problemas e escreva em uma frase, com número: "Como trazer 5 clientes a mais por dia entre 14h e 17h?". Armadilha: problema vago, como "vender mais", que gera ideias impossíveis de comparar. Pronto quando: a frase tem um número.
2. Reúna o que você sabe (5 minutos)
Anote três fatos sobre o problema: um número recente, algo que um cliente disse e o que já foi tentado. É a etapa de preparação: o conhecimento da área vira a matéria-prima das ideias. Armadilha: pular para as ideias sem olhar nenhum número. Pronto quando: há três fatos escritos.
3. Escreva ideias em três sessões (3 × 15 = 45 minutos)
Em três dias diferentes, escreva 5 ideias por sessão, uma por linha, sem riscar nem julgar. Pode começar com uma volta curta. Se trabalhar com a equipe, cada pessoa escreve sozinha. Armadilha: parar na terceira ideia ou avaliar enquanto escreve. Pronto quando: são 15 ideias na semana.
4. Filtre e marque o teste (15 minutos)
Corte as repetidas e as que fogem do problema. Passe o filtro de três perguntas nas que sobraram e escolha uma só. Escreva o que será feito, o custo máximo em R$, o prazo e o número de sucesso, antes de começar. Armadilha: escolher a ideia de que você gosta mais. Pronto quando: existe uma ideia com custo, prazo e número de sucesso escritos.
5. Meça e decida (no 7º dia)
Leia o número do teste e decida. Meu critério: bateu o número, siga; ficou entre a metade e o número, ajuste uma coisa e refaça; ficou abaixo da metade, descarte e passe para o próximo problema. Armadilha: mudar o número de sucesso depois de ver o resultado. Pronto quando: a decisão está escrita ao lado do resultado. Essa etapa roda no balcão e fica fora dos 70 minutos.
Infográfico

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Do problema ao teste, uma etapa do processo criativo em cada passo
- Escolha o problema: 5 minutos. Uma frase com número. Pronto quando tem número.
- Reúna o que sabe: 5 minutos. Três fatos: um número, uma fala de cliente e o que já foi tentado.
- Escreva ideias: 3 sessões de 15 minutos, 5 ideias cada, sem julgar. Total: 15 ideias.
- Filtre e marque o teste: 15 minutos. Filtro de 3 perguntas, uma ideia, custo, prazo e número de sucesso.
- Meça e decida: No 7º dia. Bateu o número, siga; abaixo da metade, descarte.
Fonte: Etapas dos modelos de Amabile, descritas por Fisher, Ananth e Caliskan (UCL); rotina semanal: critério da Consylion. As etapas vêm da pesquisa. A ligação com a rotina de 70 minutos é critério da Consylion.
Exemplo completo: uma padaria em quatro semanas
Imagine uma padaria de bairro, com a dona e dois funcionários. Os números são redondos e ilustrativos. A dona segue a rotina por quatro semanas: 70 minutos por semana, ou 280 minutos no mês (70 × 4), que dão 4 horas e 40 minutos de caderno.
Exemplo com números
Quatro semanas de hábito numa padaria
O funil, semana a semana. Em cada semana são 3 sessões de 5 ideias, ou 15 ideias escritas. Depois de cortar as repetidas e as que fogem do problema, sobram 12. Dessas, algumas cabem no filtro de três perguntas (7 dias, até R$ 100, um número que mede), e a dona escolhe uma.
| Semana | Problema | Escritas | Distintas | Cabem no filtro | Vira teste |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Tarde fraca, das 14h às 17h | 15 | 12 | 4 | Combo de tarde |
| 2 | Poucas encomendas de festa | 15 | 12 | 3 | Cardápio de encomenda |
| 3 | Sobra de pão ao fechar | 15 | 12 | 4 | Sacola de pães do dia |
| 4 | Cliente que compra só pão | 15 | 12 | 3 | Pergunta do café |
| Total | 60 | 48 | 14 | 4 |
Os quatro testes, cada um com o número de sucesso marcado antes:
| Teste | O que fazer | Custo máximo | Número de sucesso |
|---|---|---|---|
| Combo de tarde | Café com pão na chapa a R$ 9 em vez de R$ 11, das 14h às 17h, limitado a 45 combos | R$ 90 (45 × R$ 2) | 35 combos em 7 dias, ou 5 por dia |
| Cardápio de encomenda | 20 cópias de um cardápio de salgados para festa de 20 pessoas, no balcão | R$ 25 (20 × R$ 1,25) | 3 pedidos de orçamento em 7 dias |
| Sacola de pães do dia | Sacola de pães que somam R$ 16, vendida a R$ 12, limitada a 15 sacolas | R$ 60 (15 × R$ 4) | 10 sacolas vendidas em 7 dias |
| Pergunta do café | Quem compra só pão ouve "vai um café?", em 50 abordagens | R$ 0 | 10 aceites (20%) |
Números de exemplo fictício. Troque pelos seus.
A conta fecha. Foram 60 ideias escritas (5 × 3 × 4), 48 distintas (60 − 12), 14 dentro do filtro (4 + 3 + 4 + 3) e 4 testes. De cada 15 ideias escritas, 1 virou teste (60 ÷ 4).
Entre as etapas, passam 80% (48 ÷ 60), 29,2% (14 ÷ 48) e 28,6% (4 ÷ 14), e do topo ao fundo são 6,7% (4 ÷ 60).
O custo máximo dos testes é de R$ 175 (90 + 25 + 60 + 0), mais 4 horas e 40 minutos de caderno.
No 7º dia de cada teste a dona aplica a regra: bateu o número, segue; entre a metade e o número, ajusta; abaixo da metade, descarta. Numa padaria real, os números seriam outros.
Infográfico

Ler o infográfico em texto
Quatro semanas, 4 h 40 de caderno e R$ 175 de custo máximo em testes
O funil de ideias em 4 semanas
- Ideias escritas: 60 (5 ideias × 3 sessões × 4 semanas)
- Ideias distintas: 48 (60 menos 12 repetidas ou fora do problema), 80,0% da etapa anterior
- Cabem no filtro: 14 (7 dias, até R$ 100, um número que mede), 29,2% da etapa anterior
- Viram teste: 4 (1 por semana), 28,6% da etapa anterior
Do topo ao fundo: 6,7%.
O custo máximo dos 4 testes
R$ 90 + R$ 25 + R$ 60 + R$ 0 = R$ 175
- R$ 90: combo de tarde
- + R$ 25: cardápio de encomenda
- + R$ 60: sacola de pães
- + R$ 0: pergunta do café
- = R$ 175: custo máximo dos 4 testes
Fonte: Exemplo do artigo; filtro e rotina: critério da Consylion. Exemplo fictício, com números redondos. Numa padaria real os números seriam outros.
Criatividade, inovação e brainstorming: qual é qual
Os três termos aparecem misturados, e a decisão do dono muda em cada um. Criatividade gera a ideia. Brainstorming, como descrevo no guia de brainstorming, é uma técnica de sessão para gerar muitas ideias de uma vez. Inovação, pela definição do Manual de Oslo 2018, da OCDE, é um produto ou processo novo ou melhorado, que difere de forma significativa dos anteriores e foi disponibilizado aos usuários ou posto em uso.
| Criatividade | Brainstorming | Inovação | |
|---|---|---|---|
| O que é | Gerar ideias novas e úteis | Sessão com tempo limitado para gerar muitas ideias (definição do guia de brainstorming) | Produto ou processo novo ou melhorado, posto em uso |
| Onde acontece | No caderno, toda semana | Numa sessão curta, como a de 30 minutos do guia de brainstorming (critério da Consylion) | No balcão e na rotina |
| Pergunta do dono | Que ideias eu tenho para este problema? | Quantas ideias saem desta sessão? | O que mudou de fato para o cliente? |
| No exemplo da padaria | As 60 ideias escritas | A leitura e o filtro da semana | A ideia testada que passa a ser usada |
O erro mais comum: esperar a inspiração
A semana corrida come qualquer sessão sem horário. Três erros a evitar:
- Esperar o estalo. Sem hora marcada, a sessão vira "quando der". Ponha as três sessões no calendário.
- Julgar enquanto escreve. Se a nota chega junto com a ideia, a quinta ideia nunca vem. O julgamento tem hora: o passo 4.
- Guardar a lista sem testar. A lista só vira resultado quando uma ideia ganha custo, prazo e número de sucesso. Para o contato direto com o cliente, como a pergunta do café, veja o follow-up de vendas.
Se a lista de ideias for grande e confusa, um mapa mental ajuda a agrupar por tema antes do filtro.
Modelo pronto: caderno de ideias da semana
Modelo pronto para copiar
Caderno de ideias da semana
Problema da semana (com número e prazo): [frase]
O que eu sei: [um número recente] · [o que um cliente disse] · [o que já foi tentado]
| Sessão | Dia | As 5 ideias (uma por linha, sem julgar) |
|---|---|---|
| 1 | [dia] | 1. [ideia] 2. [ideia] 3. [ideia] 4. [ideia] 5. [ideia] |
| 2 | [dia] | 1. [ideia] 2. [ideia] 3. [ideia] 4. [ideia] 5. [ideia] |
| 3 | [dia] | 1. [ideia] 2. [ideia] 3. [ideia] 4. [ideia] 5. [ideia] |
Filtro de três perguntas (marque as ideias que respondem sim a todas): cabe em 7 dias? Custa até R$ 100? Tem um número que diz se funcionou?
Registro do teste (uma ideia por semana)
- Ideia: [ideia]
- O que será feito: [ação]
- Custo máximo: R$ [valor]
- Prazo e dia da decisão: [data]
- Número de sucesso (escrito antes): [número]
- Resultado: [número] (preencher no fim)
- Decisão: [seguir, ajustar ou descartar]
Exercício de 15 minutos
Mão na massa · 30 minutos
Um problema com número e 5 ideias
- Minutos 0 a 5: escreva o problema que mais pesa no seu negócio agora, em uma frase, com um número.
- Minutos 5 a 8: anote três fatos sobre ele: um número recente, algo que um cliente disse e o que já foi tentado.
- Minutos 8 a 15: escreva 5 ideias, sem riscar nem julgar nenhuma.
- Pronto quando: o problema tem número, os três fatos estão escritos e as 5 ideias estão no papel.
Faça isso hoje e marque no calendário as próximas duas sessões da semana. Amanhã, passe o filtro de três perguntas e escolha só uma.
Criatividade não é esperar a ideia. É ter onde escrevê-la e como testá-la.
Padrão Consylion de aconselhamento
Como usar este conselho
- De onde vem
- Critério da Consylion de hábito semanal de ideias e testes pequenos, apoiado nas etapas do processo criativo descritas nos modelos de Amabile e na pesquisa sobre número de ideias e qualidade da melhor ideia (Girotra, Terwiesch e Ulrich, 2010). As 6 fontes estão listadas no fim do artigo.
- Quando se aplica
- Dono ou dona de pequeno negócio, de 1 a 9 pessoas, que precisa de ideias para clientes, oferta ou rotina do balcão.
- Hábito individual ou de equipe pequena, de 70 minutos por semana, com ao menos um teste por mês.
- Limites
- O hábito gera candidatos. Ele não promete ideia boa nem aumento de vendas: só o teste diz se a ideia funciona.
- Os estudos citados são de laboratório, com estudantes, e não testaram a rotina semanal deste texto. Os 70 minutos, a cota de 5 ideias e o teto de R$ 100 são critério da Consylion.
- Não serve para decisão que já tem regra ou exige dado, como tributo, contrato ou contratação.
- Na prática
- Um caderno, um relógio e 70 minutos por semana. Sem ferramenta digital e sem cadastro.
- Como medir o resultado
- Ideias escritas por semana (ponto de partida: 15).
- Testes feitos por mês (ponto de partida: 4).
- Testes em que o número de sucesso foi marcado antes de começar.
- Quando revisar
- Uma pesquisa com pequenos negócios mostrar outra rotina com resultado melhor.
- O Manual de Criatividade e Ideias nos Negócios mudar o modelo de caderno ou de registro de teste.
Última revisão em .
Próximo passo
Brainstorming: como fazer, com exemplo e roteiro pronto
Brainstorming: como fazer em 30 minutos, com exemplo em R$ de uma loja, a pesquisa sobre falar em grupo e um roteiro pronto sem cadastro.
Ler o próximo →Perguntas frequentes
- Quais são os 5 pilares da criatividade?
- Este guia não adota uma lista de cinco pilares. Ele usa o que os modelos de Teresa Amabile descrevem: três componentes, que são a motivação, o conhecimento da área e as habilidades de pensamento criativo, e o ambiente social em volta. Na prática, o que o dono controla é o problema que escolhe, o que estuda sobre ele e a rotina de escrever e testar.
- Criatividade é dom ou habilidade?
- Este guia não trata de talento nato. Os modelos descritos por Fisher, Ananth e Caliskan tratam a criatividade como um processo de cinco etapas, com motivação, conhecimento da área e habilidades de pensamento criativo. A parte que você controla é a rotina: o que eu faria é marcar o horário, escrever sem julgar e testar com um número.
- Dá para fazer esse hábito com a equipe?
- Dá. Nas três sessões de escrita, cada pessoa escreve sozinha, e as listas se juntam só na etapa de filtro. Um experimento de laboratório com estudantes, de Girotra, Terwiesch e Ulrich (2010), teve resultado melhor quando cada um trabalhou sozinho antes de juntar as ideias. O estudo é de laboratório, e a rotina semanal é critério meu.
Quem escreveu
Fundador da Consylion e criador do Protocolo Consylion™
Li mais de 2.000 livros de negócios e reuni nos manuais da Consylion os métodos que uma pequena empresa consegue aplicar. Aqui, escrevo o passo a passo para você usar no seu negócio, com exemplos e a fonte de cada número.
Como produzimos este conteúdo
A pauta parte das dúvidas reais de quem toca uma pequena empresa e dos métodos dos manuais Consylion. O texto é escrito com apoio de inteligência artificial e segue o padrão editorial da Consylion: cada número, regra e citação vem de uma fonte confiável (órgãos públicos, normas, leis e pesquisas com metodologia publicada), aberta e conferida, e está listada no fim do artigo; o que não pode ser verificado não entra. Os exemplos com números são ilustrativos e estão identificados como tal. Quando surgem dados melhores ou as regras mudam, o artigo é revisado. Última revisão em . Leia a política editorial completa.
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Fontes citadas
- 01 Harvey, S. Towards a meta-theory of creativity forms: How novelty and usefulness shape creativity (University College London, UCL School of Management)
- 02 Fisher, C. M.; Ananth, P.; Caliskan, O. D. A Winding Road: Teresa Amabile and Creative Process Research (University College London, UCL School of Management)
- 03 OCDE. Oslo Manual 2018: Guidelines for collecting, reporting and using data on innovation (apresentação oficial de Fernando Galindo-Rueda, 2019)
- 04 Girotra, K.; Terwiesch, C.; Ulrich, K. T. (2010). Idea Generation and the Quality of the Best Idea. Management Science, 56(4), 591-605 (resumo no Instituto Mack, Wharton)
- 05 Girotra, K.; Terwiesch, C.; Ulrich, K. T. Idea Generation and the Quality of the Best Idea (manuscrito submetido, Wharton)
- 06 Oppezzo, M.; Schwartz, D. L. (2014). Give Your Ideas Some Legs: The Positive Effect of Walking on Creative Thinking. Journal of Experimental Psychology: Learning, Memory, and Cognition, 40(4), 1142-1152
