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Brainstorming: como fazer, com exemplo e roteiro pronto

"A gente fez uma chuva de ideias, o quadro ficou cheio de post-its e, na segunda-feira, ninguém lembrava o que fazer com aquilo." Se você já passou por isso, o problema quase nunca foi falta de criatividade do time. O brainstorming costuma falhar porque quem fala primeiro dita o rumo e a reunião termina na lista, sem decisão. Aqui vai uma sessão de 30 minutos que acaba num teste marcado, com um exemplo em R$.

O que é brainstorming?

Brainstorming é uma sessão com tempo limitado para gerar o maior número possível de ideias sobre um problema, sem julgar nenhuma delas na hora. Em português, se diz "chuva de ideias" ou "tempestade de ideias".

A origem do método é citada pela pesquisa. Diehl e Stroebe (1987) escrevem que Osborn (1957, edição revista) propôs o brainstorming como método de resolução de problemas em grupo. As regras que eles descrevem são quatro:

  • quanto mais ideias, melhor;
  • quanto mais ousadas, melhor;
  • melhorar ou combinar ideias já sugeridas;
  • não criticar.

O verbete da Wikipédia agrupa as regras de outro jeito (críticas rejeitadas, criatividade bem-vinda, quantidade, combinação e aperfeiçoamento), mas o sentido é o mesmo. À lista eu acrescento uma regra minha, de tempo: a sessão tem hora para acabar.

Este texto faz parte da série sobre ser dono de um pequeno negócio.

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Brainstorming funciona? O que a pesquisa diz sobre falar em grupo

O instinto diz que juntar todo mundo numa sala e deixar as ideias saírem gera mais ideias. A pesquisa de Diehl e Stroebe (1987) aponta para o contrário, quando a medida é a quantidade.

Diehl e Stroebe (1987) revisaram 22 experimentos anteriores. Em 18, os grupos nominais geraram mais ideias que os grupos reais. Os outros 4 não mostraram diferença, e todos eram de grupos de 2 pessoas. Grupo nominal é formado por pessoas que pensam sozinhas, com as listas somadas e a ideia repetida contada uma vez. Grupo real é o que conversa.

Os autores testaram a causa no experimento 4, com 60 estudantes de psicologia, em grupos de 4. O bloqueio de produção, que é ter de esperar a vez de falar, explicou a maior parte da perda. Sem ele, os participantes produziram cerca de duas vezes mais ideias do que quando tinham de esperar. Em média, os grupos reais fizeram 55,67 ideias, contra 106 da condição de controle individual, cerca de 1,9 vez mais.

Há três limites. Os estudos são de laboratório, com estudantes. A medida é a quantidade de ideias, e sobre qualidade o artigo diz que os resultados são mais ambíguos. E ele não testou a sequência "escrever sozinho e depois falar".

Um estudo exploratório numa empresa de tecnologia, o de Paulus e colegas (2015), testou ordens diferentes de escrita individual e em grupo. No primeiro estudo, quem gerou ideias primeiro em grupo e depois sozinho foi melhor. No segundo, o melhor desempenho veio de alternar escrita individual com revisões periódicas das ideias do grupo.

Esperar a vez de falar custa ideias. O critério que eu uso, a partir disso, é começar pela escrita individual, que tira a fila e impede que a primeira ideia, muitas vezes a do dono, defina o rumo. Depois da leitura em voz alta, deixo uma segunda rodada de escrita, que se aproxima do que o estudo de empresa sugere.

Antes de começar: o que reunir

Checklist

  • Uma pergunta única, com número e prazo. Por exemplo: "Como trazer 15 clientes que compraram uma vez a comprar de novo em 60 dias?".
  • 30 minutos livres e um relógio visível.
  • Quem participa. Meu ponto de partida é de 3 a 6 pessoas, incluindo quem atende o cliente.
  • Papel e caneta para cada um.
  • O critério de escolha, definido antes das ideias: custo, tempo para testar e impacto esperado, com nota de 1 a 3.

Como fazer um brainstorming, passo a passo

São cinco passos, e os quatro primeiros cabem em 30 minutos. Para fazer sozinho, siga os mesmos passos e releia a lista como se fosse de outra pessoa.

Passo a passo

  1. Escreva a pergunta única.
  2. Escreva sozinho por 10 minutos.
  3. Leia e agrupe.
  4. Escolha com três critérios.
  5. Marque o teste.

1. Escreva a pergunta única

Uma frase, com número e prazo, onde todos vejam. Dois minutos bastam. Armadilha: perguntas vagas, como "como vender mais?", geram ideias que não dá para comparar. Pronto quando: a pergunta tem um número e uma data.

2. Escreva sozinho por 10 minutos

Cada pessoa escreve em silêncio, uma ideia por linha, sem olhar o papel dos outros. Valem as regras clássicas. Armadilha: o dono falar antes. Ele fala por último. Pronto quando: cada pessoa tem, por exemplo, 5 ideias escritas.

3. Leia e agrupe

Cada um lê em voz alta, uma ideia por vez, e as listas se unem; repetidas contam uma vez, como no grupo nominal. Agrupe por tema em 8 minutos; se ficarem confusos, desenhe um mapa mental. Armadilha: discutir se a ideia é boa; aqui só se esclarece o sentido. Pronto quando: existe uma lista única, sem repetidas, em poucos temas.

4. Escolha com três critérios

Dê a cada ideia nota de 1 a 3 em custo, tempo para testar e impacto esperado. Na escala, 3 é o melhor: mais barato, mais rápido de testar, maior impacto. Some as notas. É um critério simples de propósito. Armadilha: votar na ideia de que se gosta. As notas põem o custo antes do entusiasmo. Pronto quando: sobram 1 a 3 ideias com a maior soma.

5. Marque o teste

Para cada ideia escolhida, escreva o que será feito, o custo em R$, o prazo e o número que diz se funcionou, antes de começar. O Registro do teste do Manual de Criatividade e Ideias nos Negócios, da Consylion, tem campos parecidos: critério com número, quem testou, resultado, custo e decisão (seguir, ajustar ou descartar). Armadilha: escrever o critério depois de ver o resultado. Pronto quando: existe uma data para decidir.

Infográfico

Infográfico com os 5 passos de um brainstorming que termina em teste marcado: pergunta única em 2 minutos, escrita sozinho em 10, leitura e agrupamento em 8, escolha com três critérios e teste marcado.
Brainstorming em 5 passos: da pergunta ao teste marcadoBaixar o infográfico
Ler o infográfico em texto

Sessão de 30 minutos que termina em decisão, e não numa lista de ideias

  1. Pergunta única: Uma frase com número e prazo, onde todos vejam. 2 minutos. Pronto quando tem número e data.
  2. Escreva sozinho: 10 minutos, em silêncio, uma ideia por linha. O dono fala por último. Pronto quando cada um tem, por exemplo, 5 ideias.
  3. Leia e agrupe: Leitura em voz alta, repetidas contam uma vez, 8 minutos para agrupar por tema. Sem debater se é boa.
  4. Escolha com 3 critérios: Nota de 1 a 3 em custo, tempo para testar e impacto, e some. Sobram 1 a 3 ideias com a maior soma.
  5. Marque o teste: O que fazer, custo em R$, prazo e o número de sucesso, escritos antes. Pronto quando há data para decidir.

Fonte: Critério da Consylion; bloqueio de produção em Diehl e Stroebe (1987). A ordem, começando pela escrita individual, é critério da Consylion. A pesquisa mostra que esperar a vez de falar custa ideias, mas não testou essa sequência.

Exemplo completo: uma loja de roupas com 4 pessoas

Imagine uma loja de roupas em Curitiba, com a dona, duas vendedoras e um estoquista. Números redondos e ilustrativos. A pergunta única é: "Como trazer 15 clientes que compraram uma vez a comprar de novo em 60 dias?".

Exemplo com números

Brainstorming na loja de roupas, 30 minutos

Reunião falada, 30 minutos. A dona propõe, a primeira ideia ganha e o time concorda. Saem 9 ideias: 5 da dona, 2 de uma vendedora, 1 da outra e 1 do estoquista (5 + 2 + 1 + 1 = 9).

Escrita individual, 10 minutos. Cada uma das 4 pessoas escreve 5 ideias. São 20 ideias (4 × 5), e 4 são repetidas. Depois de contar as repetidas uma vez, sobram 16 (20 − 4).

Agrupamento e notas. As 16 ideias caem em 4 temas: A, mensagem direta; B, oferta; C, experiência na loja; D, comunidade. A equipe dá notas de 1 a 3 em custo, tempo para testar e impacto esperado (3 é o melhor):

Ideia Tema Custo Tempo Impacto Soma
2. Foto da novidade que combina com a peça A 3 3 3 9
5. Cupom de R$ 30 para a 2ª compra, válido 14 dias B 2 3 3 8
1. Perguntar 15 dias depois se a peça serviu A 3 2 2 7
3. Lançamento só para quem já comprou A 3 2 2 7
4. Mensagem de aniversário A 3 3 1 7
7. 10% de desconto na 2ª compra B 2 3 2 7
11. 15 minutos de consultoria de look C 2 2 3 7
12. Bilhete à mão na embalagem C 3 3 1 7
13. Indicação com cupom para a amiga D 2 2 3 7
14. Grupo no WhatsApp com prévia da coleção D 3 2 2 7
6. Brinde na 2ª compra B 2 2 2 6
10. Ajuste de barra grátis C 2 2 2 6
8. Cartão fidelidade B 2 1 2 5
9. Noite de provas com café C 1 1 3 5
15. Sorteio para quem marcar a loja D 2 2 1 5
16. Parceria com o salão vizinho D 1 1 2 4

Os dois testes marcados, de 14 dias, cada um com 40 clientes diferentes, de compra única nos últimos 90 dias:

Teste A: ideia 2 Teste B: ideia 5
O que fazer A vendedora manda foto da novidade que combina com a peça comprada Cupom de R$ 30 na segunda compra, válido por 14 dias. O convite às 40 avisa: só 6 cupons, um por cliente
Custo R$ 40 estimados: 40 mensagens × 3 minutos = 2 horas, a R$ 20 a hora Teto de R$ 180: no máximo 6 das 40 usam o desconto (6 × R$ 30)
Número de sucesso 6 clientes compram de novo (6 de 40, ou 15%) Os 6 cupons usados em 14 dias (6 de 40 convidadas, ou 15%)
Decisão No 14º dia: seguir, ajustar ou descartar No 14º dia: seguir, ajustar ou descartar

Números de exemplo fictício. Troque pelos seus.

A conta fecha: as escolhidas são as de maior soma, 9 e 8, e o orçamento previsto é de R$ 220 (40 + 180), só com as horas da vendedora e os descontos. Os R$ 180 são teto, porque só existem 6 cupons; os R$ 40 são estimativa.

Esgotar os 6 cupons mostra procura de pelo menos 6 clientes com desconto. Não mostra quantas viriam com mais cupons, nem que o teste B vence o A. Numa loja real, os números seriam outros.

Infográfico

Exemplo fictício: reunião falada gera 9 ideias, escrita individual gera 16; as ideias de soma 9 e 8 viram testes com orçamento previsto de R$ 220 (R$ 40 estimados + teto de R$ 180 em 6 cupons).
Da lista de ideias ao teste: o exemplo da loja de roupasBaixar o infográfico
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Reunião falada contra escrita individual, as notas e o orçamento previsto dos dois testes

A mesma pergunta, dois formatos

Reunião falada (30 minutos, o dono propõe)

  • Ideias na lista: 9
  • Da dona: 5 de 9
  • 9 ideias: a primeira ganha e o time concorda

Escrita individual (10 minutos, 4 pessoas)

  • Escritas (4 × 5): 20
  • Repetidas: 4
  • 16 ideias: 20 − 4, repetidas contadas uma vez

Notas de 1 a 3 (3 é o melhor)

CustoTempoImpactoSoma
2. Foto da novidade3339
5. Cupom de R$ 302338
16. Parceria com o salão1124

O orçamento previsto dos dois testes

R$ 40 + R$ 180 = R$ 220

  • R$ 40: teste A, estimativa: 2 h a R$ 20 a hora
  • + R$ 180: teste B, teto: só 6 cupons de R$ 30
  • = R$ 220: previsto: horas da vendedora e descontos

40 convidadas por teste; no B, até 6 usam o desconto, um cupom por cliente. Sucesso: 6 de 40, ou 15%.

Fonte: Exemplo do artigo; critério de notas da Consylion; Registro do teste do Manual de Criatividade e Ideias nos Negócios. Exemplo fictício, com números redondos e ilustrativos. Numa loja real as notas seriam outras.

Qual técnica usar: clássico, brainwriting, reverso ou SCAMPER

Brainwriting é a troca escrita de ideias em grupo, termo usado por Paulus e colegas (2015). Brainstorming clássico é a sessão falada. A tabela é um critério de bolso da Consylion, não uma norma, e eu começaria pela escrita individual.

Técnica Use quando Tempo
Escrita individual e depois leitura (a deste texto) O problema é claro e você quer o maior número de ideias de todos 10 a 15 min
Brainstorming clássico, falado Já há uma lista e o grupo quer combinar e melhorar ideias 15 a 30 min
Brainstorming reverso O time está sem ideias: em vez de buscar a solução, o grupo imagina o problema, para antecipar obstáculos antes de um projeto 15 min
SCAMPER Já existe um produto ou serviço para mudar 20 min
5 Porquês Você não tem certeza de que a pergunta é a certa 10 min

Segundo a Miro, o SCAMPER aplica sete filtros a algo que já existe: substituir, combinar, adaptar, modificar, propor outro uso, eliminar e reorganizar. Os 5 Porquês repetem "por quê?" até a causa.

O erro mais comum: parar na lista de ideias

A sessão termina quando existe um teste marcado, com custo, prazo e um número de sucesso, e eu não a encerro sem isso. Três erros a evitar:

  • O dono fala primeiro. O time ajusta a ideia dele. Escreva antes e fale por último.
  • Criticar na hora. A crítica na hora quebra a regra de adiar o julgamento, e eu a deixo para as notas.
  • Guardar a lista sem testar. Ideia sem teste é opinião de quem estava na sala. Um teste barato responde mais que uma hora de debate. Para tirá-lo do papel, ponha a data na agenda, num bloco de tempo protegido.

Para o contato direto com o cliente, como no teste A, veja o follow-up de vendas.

Modelo pronto: roteiro de sessão de 30 minutos

Modelo pronto para copiar

Roteiro de sessão de 30 minutos

Minutos O que fazer Pronto quando
0 a 2 Escrever a pergunta única, com número e prazo, onde todos vejam. Lembrar as regras e a hora de acabar A pergunta tem número e data
2 a 12 Cada um escreve sozinho as ideias, sem falar nem olhar o papel dos outros Todos escreveram o mesmo número de ideias
12 a 20 Ler em voz alta, unir as listas, tirar as repetidas e agrupar por tema Existe uma lista única, em poucos temas
20 a 30 Dar notas de 1 a 3 em custo, tempo para testar e impacto, somar e escolher de 1 a 3 ideias As ideias de maior soma estão marcadas

Registro do teste (um por ideia escolhida)

  • Ideia: [ideia]
  • Pergunta: [o que o teste responde]
  • Critério: [número], escrito em [data]
  • Quem testa: [número] pessoas
  • Custo: R$ [valor]
  • Prazo e data da decisão: [data]
  • Resultado: [número] (preencher no fim)
  • Decisão: [seguir, ajustar ou descartar]

Exercício de 15 minutos

Mão na massa · 30 minutos

Sua pergunta única e 5 ideias, sozinho

  • Minutos 0 a 5: escreva uma pergunta única sobre o problema que você tem hoje, com um número e um prazo.
  • Minutos 5 a 12: escreva 5 ideias, sem riscar nem julgar nenhuma.
  • Minutos 12 a 15: defina o critério de escolha: as três notas de 1 a 3 (custo, tempo para testar, impacto esperado) e quem vai dar as notas com você.
  • Pronto quando: a pergunta tem número e prazo, as 5 ideias estão escritas e os critérios de escolha estão definidos.

Faça isso hoje, antes de convidar o time. Quem chega à sessão com a pergunta escrita e as ideias no papel lê por último, em vez de decidir o rumo.

Para levar
Brainstorming não termina na lista de ideias. Termina no teste marcado.

Padrão Consylion de aconselhamento

Como usar este conselho

De onde vem
Critério da Consylion de sessão de ideias com escrita individual antes da fala, que se apoia no bloqueio de produção descrito por Diehl e Stroebe (1987), e nos modelos de teste do Manual de Criatividade e Ideias nos Negócios. As 4 fontes estão listadas no fim do artigo.
Quando se aplica
  • Dono ou dona de pequeno negócio, de 1 a 9 pessoas, com um problema definido a resolver (clientes, oferta, preço, nome).
  • Sessão de 30 a 60 minutos com 3 ou mais pessoas, ou sozinho.
Limites
  • A sessão gera candidatos. Ela não promete ideia boa nem resultado de vendas: só o teste diz se uma ideia funciona.
  • Os estudos citados são de laboratório e de uma empresa de tecnologia, com quantidade de ideias como medida. Não são estudos com donos de pequenos negócios, e a pesquisa não mostra que as ideias saem melhores.
  • Não serve para decisão que já tem regra ou que exige dado, como tributo, questão jurídica ou contratação.
Na prática
Papel, caneta, um relógio e 30 minutos. Sem ferramenta digital e sem cadastro.
Como medir o resultado
  • Número de ideias escritas por pessoa em 10 minutos.
  • Número de ideias que viraram teste com prazo e custo em até 7 dias.
  • Resultado do teste contra o número de sucesso marcado antes.
Quando revisar
  • Uma pesquisa com sessões de empresas reais mostrar vantagem de outra ordem entre escrever e falar.
  • O Manual de Criatividade e Ideias nos Negócios mudar o modelo de registro do teste.

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Perguntas frequentes

Dá para usar IA para brainstorming?
Dá, e eu usaria depois de escrever as suas ideias, como mais um participante. Peça uma lista de ideias diferentes das mais comuns no seu setor e descreva o problema com o número. A IA não conhece o seu cliente nem o seu custo, então o que ela devolve passa pelas mesmas notas e pelo mesmo teste. É critério da Consylion, sem pesquisa por trás.
Brainstorming para nome de empresa funciona do mesmo jeito?
Funciona, com um ajuste no critério. A pergunta única vira algo como "que nome diz o que fazemos e cabe numa placa?", cada pessoa escreve sozinha 10 minutos e as notas passam a medir coisas como facilidade de dizer e de escrever. O teste é perguntar a 5 clientes o que entendem ao ouvir o nome. É regra de bolso minha.
Quantas pessoas devem participar?
Este guia não cita um número ideal de participantes. O ponto de partida que eu uso é de 3 a 6 pessoas, incluindo quem atende o cliente, para a leitura caber em poucos minutos. Sozinho também vale: o roteiro é o mesmo.
Edson Oliveira

Quem escreveu

Edson Oliveira

Fundador da Consylion e criador do Protocolo Consylion™

Li mais de 2.000 livros de negócios e reuni nos manuais da Consylion os métodos que uma pequena empresa consegue aplicar. Aqui, escrevo o passo a passo para você usar no seu negócio, com exemplos e a fonte de cada número.

Como produzimos este conteúdo

A pauta parte das dúvidas reais de quem toca uma pequena empresa e dos métodos dos manuais Consylion. O texto é escrito com apoio de inteligência artificial e segue o padrão editorial da Consylion: cada número, regra e citação vem de uma fonte confiável (órgãos públicos, normas, leis e pesquisas com metodologia publicada), aberta e conferida, e está listada no fim do artigo; o que não pode ser verificado não entra. Os exemplos com números são ilustrativos e estão identificados como tal. Quando surgem dados melhores ou as regras mudam, o artigo é revisado. Última revisão em . Leia a política editorial completa.

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Fontes citadas

  1. 01 Diehl, M.; Stroebe, W. (1987). Productivity Loss in Brainstorming Groups: Toward the Solution of a Riddle. Journal of Personality and Social Psychology, 53(3), 497-509
  2. 02 Diehl e Stroebe (1987), texto integral (PDF hospedado pela Southeastern Oklahoma State University)
  3. 03 Paulus, P. B. et al. (2015). Asynchronous Brainstorming in an Industrial Setting: Exploratory Studies. Human Factors, 57(6), 1076-1094 (resumo no PubMed)
  4. 04 Miro, O que é brainstorming? Como fazer? Técnicas e modelos (descrição de brainstorming reverso, SCAMPER e 5 Porquês)