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Desenvolvimento Pessoal· Comunicação

Comunicação assertiva: o que é e como ter, com exemplos

"Eu engulo, engulo, e um dia explodo." Ou, do outro lado: "Eu falo na hora e depois me arrependo." Se uma das duas frases é sua, este guia mostra a mesma conversa nos três estilos, um cartão de 4 linhas para escrever antes de falar e um ensaio de 10 minutos. Ele faz parte do caminho de desenvolvimento pessoal, na linha de comunicação.

É conteúdo educativo, não terapia. Os exemplos são fictícios, e o roteiro promete preparo. A reação do outro fica com ele.

O que é comunicação assertiva

Comunicação assertiva é dizer o que você pensa, sente ou precisa de forma clara e respeitosa, sem se anular e sem atropelar o outro. Bandeira, Machado e Pereira (2002) definem o comportamento assertivo como a capacidade de se afirmar nas interações, defendendo direitos, expressando opiniões, necessidades e insatisfações e pedindo mudanças de comportamento, sem desrespeitar os direitos dos outros.

Eles incluem nisso recusar um pedido abusivo e também agradecer e elogiar. Um folheto do serviço de saúde britânico (Leicestershire Partnership NHS Trust) diz algo próximo: expressar pensamentos, sentimentos e crenças com clareza e de forma direta, e conseguir chegar a acordos.

Os estilos que se comparam com a assertividade são o passivo e o agressivo. Na literatura de treino de habilidades sociais, Balbi Neto, Borloti e Haydu (2023) descrevem os três como repertórios definidos pelas consequências, e a resposta assertiva como oposta às outras duas.

Neste guia, os estilos descrevem uma fala numa situação, não uma pessoa. Bandeira et al. tratam o comportamento assertivo como desempenho, e não como traço. Quem engole tudo com a mãe pode ser firme no trabalho. O próprio folheto do NHS admite que ninguém é assertivo o tempo todo ("No one is 100% assertive all of the time").

O instinto diz: "preciso de coragem para falar". O problema é que a conversa começa antes da fala, no que ficou sem ser dito. Assertividade é preparo: separar o fato do julgamento, saber o pedido e saber o que você faz se ele não for atendido, antes de abrir a boca. Quem não prepara oscila entre engolir e explodir.

Você vai ver divisões como "3 pilares", "4 C's" e "8 etapas" da comunicação assertiva. Elas variam de texto para texto. Aqui eu uso a divisão da Consylion, de 4 partes.

Existe também um roteiro conhecido, o DESC (descrever, expressar, especificar e consequências), de Sharon e Gordon Bower, descrito em material de recursos humanos da Universidade Yale. As quatro partes são parecidas com as deste guia, mas a quarta difere: no DESC são as consequências do pedido, e aqui é o que você faz se o pedido não for atendido.

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A mesma situação nos três estilos

Imagine a Carla e o irmão dela, o Rafael, ambos fictícios. Nos dois primeiros sábados do mês, Carla ficou com os dois filhos dele. Agora ele liga e pede o terceiro, e ela já combinou outra coisa. A mesma situação, três respostas:

Exemplo com números

Pedido do terceiro sábado · conversa fictícia

Estilo A fala da Carla O outro entende O que sobra
Passivo "Tá, tudo bem, eu fico." (e cancela o que tinha combinado) Tudo bem para ela Ressentimento
Agressivo "Você só lembra de mim quando precisa! Não sou babá." Estou sendo atacado A relação paga
Assertivo "Rafael, nos dois primeiros sábados eu fiquei com os meninos. Neste eu já tenho compromisso e não posso. Me avisa com uma semana de antecedência? Se for de última hora, não consigo, mas posso ficar na quarta à tarde." Um pedido a responder Sábado livre e a relação

Números de exemplo fictício. Troque pelos seus.

O passivo ganha a paz de hoje e paga em ressentimento, que costuma voltar na próxima discussão. O agressivo ganha o sábado e paga na relação, porque o irmão passa a se defender em vez de responder. O assertivo pede o sábado livre e deixa o outro responder. Isso não garante que ele goste, só que a conversa fica sobre o pedido.

Mais quatro situações, uma frase por estilo (fictícias):

Exemplo com números

Quatro situações em uma frase

Situação Passivo Agressivo Assertivo
Amigo pede dinheiro emprestado "Ah, claro, depois você me paga." "De novo? Pede para outro." "Agora eu não empresto dinheiro. Posso te ajudar a pensar em outras saídas."
Vizinho com barulho depois das 22h (não diz nada e dorme mal) "Vocês não têm respeito!" "Depois das 22h o som chega no meu quarto. Pode baixar nesse horário a partir de hoje?"
Serviço contratado com falha "Tudo bem, deixa assim." "Vocês são um lixo." "O combinado era entregar na terça e chegou na sexta. Preciso do ajuste até quarta, ou peço o abatimento."
Mãe opina sobre a sua rotina "Pode deixar, vou mudar." "Pare de se meter!" "Sei que você pergunta porque se preocupa. Eu já decidi assim, e gosto de te contar como foi o dia."

Números de exemplo fictício. Troque pelos seus.

A última frase respeita a cultura da família: não trata a preocupação como defeito e mantém a decisão com você.

Antes de começar: o que reunir

Checklist

  • Uma conversa adiada. Escolha uma só, a que mais pesa.
  • Papel e caneta, ou uma nota do celular, para as 4 linhas.
  • 10 minutos sem interrupção para o ensaio.
  • Um horário para conversar em até 48 horas, para o plano não ficar parado.
  • Um lugar sem pressa, longe de quem não precisa ouvir.

Como ter comunicação assertiva em 4 passos

Cada passo vira uma linha do cartão. A imagem que eu uso é a de um cartão de quatro linhas que você consegue ler em voz alta antes. Ele é método da Consylion.

Passo a passo

  1. Diga o fato, não a intenção do outro.
  2. Diga o efeito em você.
  3. Peça uma ação concreta, com prazo.
  4. Saiba o que você faz se ele disser não.

1. Diga o fato, não a intenção do outro

Uma frase que uma câmera filmaria: "Nos dois primeiros sábados eu fiquei com os meninos". "Você se aproveita de mim" é julgamento, e o outro vai se defender dele. Armadilha: misturar fato e julgamento. Pronto quando a frase não tem adjetivo sobre o outro.

2. Diga o efeito em você

Em primeira pessoa, sem adjetivo sobre ele: "Eu fico sem um dia de descanso". O folheto do NHS recomenda começar por "I" em vez de "You". Se a emoção estiver alta, o guia de inteligência emocional ajuda a nomeá-la antes. Armadilha: o "você sempre" e o "você nunca". Pronto quando a frase fala do que acontece com você.

3. Peça uma ação concreta, com prazo

"Me avisa com uma semana de antecedência" é um pedido. "Quero que você me entenda" deixa a pessoa sem saber o que fazer. Armadilha: pedir desculpa antes do pedido, o que pelo critério da Consylion tira a força da frase. Pronto quando a pessoa saberia dizer sim ou não em uma frase.

4. Saiba o que você faz se ele disser não

É a linha que mais cuida de você. Ela precisa estar no que você controla: "Se for de última hora, não consigo, mas posso ficar na quarta". Armadilha: ameaçar ("se você fizer de novo, nunca mais falo com você") em vez de dizer o que você fará. Pronto quando a frase descreve uma ação sua, não uma punição para o outro.

Depois de dizer, deixe o outro responder. O guia de escuta ativa mostra como conferir o que ele disse antes de reagir.

Conversa completa, comentada fala a fala

Com o cartão preenchido, a conversa entre Carla e Rafael fica assim. É fictícia.

Exemplo com números

Carla e Rafael · 8 falas

Fala O que é dito Parte do cartão
1. Rafael "Carla, sábado você fica com os meninos, né? Tenho um compromisso." O pedido dele
2. Carla "Rafael, nos dois primeiros sábados do mês eu fiquei com eles." 1. Fato
3. Carla "Eu fico sem um dia de descanso, e neste sábado já tenho compromisso." 2. Efeito
4. Rafael "Mas é só desta vez, estou apertado." O outro insiste
5. Carla "Entendo que você está apertado. Neste sábado eu não posso." Reconhece e volta ao pedido
6. Carla "Me avisa com uma semana de antecedência, assim eu consigo organizar." 3. Pedido
7. Carla "Se for de última hora, não consigo. Mas posso ficar na quarta à tarde." 4. Alternativa
8. Rafael "Está bom. Quarta eu te levo eles." Ele responde

Números de exemplo fictício. Troque pelos seus.

Nas falas 2 e 3 estão o fato e o efeito, sem adjetivo sobre o irmão. Na fala 5, Carla faz o que o folheto do NHS chama de técnica "fogging": reconhece o que o outro disse e volta ao pedido. A fala 6 traz o pedido com prazo, e a 7 o que ela faz.

O folheto também descreve a "broken record": repetir o pedido quantas vezes o outro insistir. São técnicas de treino descritas no folheto, e este guia não afirma que tenham eficácia comprovada. Se na fala 8 o Rafael tivesse dito "então esquece", a conversa continuaria assertiva: o pedido foi dito, ele respondeu, e Carla segue com o sábado livre.

Infográfico

Infográfico do cartão de 4 linhas: fato, efeito, pedido e alternativa, e a mesma situação do pedido de sábado nos estilos passivo, agressivo e assertivo, com o que o outro entende e o que sobra.
O cartão de 4 linhas da comunicação assertivaBaixar o infográfico
Ler o infográfico em texto

As 4 linhas do cartão e a mesma situação nos três estilos

  1. Fato: Nos dois primeiros sábados eu fiquei com os meninos.
  2. Efeito: Eu fico sem um dia de descanso.
  3. Pedido: Me avisa com uma semana de antecedência.
  4. Alternativa: Se for de última hora, não consigo.

A mesma situação nos três estilos

O outro entendeO que sobra
PassivoTudo bem para elaRessentimento
AgressivoEstou sendo atacadoA relação paga
AssertivoUm pedido a responderSábado livre e a relação

Fonte: Método da Consylion; definição de Bandeira, Machado e Pereira (2002); roteiro DESC descrito pela Universidade Yale. Conversa fictícia. Método da Consylion. Não é terapia nem serve em situação de risco.

Ensaie por 10 minutos antes de falar

Escrever, ler em voz alta e cortar. O ensaio é método da Consylion; o precedente é o do roteiro da Yale, que também recomenda escrever e praticar antes de falar.

Mão na massa · 30 minutos

Ensaio de 10 minutos

  • 4 minutos: escreva as 4 linhas do cartão sobre a conversa que você escolheu: fato, efeito, pedido com prazo e alternativa.
  • 3 minutos: leia em voz alta, de pé, como se estivesse falando com a pessoa. Se tropeçar, a frase está comprida.
  • 3 minutos: corte o que soa como acusação ("sempre", "nunca") ou como desculpa ("desculpa, mas").
  • Depois, em até 48 horas: converse. Se passar disso, o ensaio esfria.
  • Checagem de 5 itens, depois da conversa: usei fato e não intenção; pedi uma ação; deixei o outro responder; mantive o pedido sem subir o tom; sei o que faço se ele disser não.
  • Pronto quando: 4 de 5 itens e a conversa aconteceu em até 48 horas.

A regra de 4 de 5 e a das 48 horas são de bolso, minhas, sem pesquisa por trás. Servem para você saber o que ajustar na próxima, não para dar nota.

Comunicação assertiva no trabalho e em casa

No trabalho, o cartão serve para prazo, recusa e retorno: o guia de feedback mostra como organizar a fala quando o assunto é o desempenho de alguém. Um prestador de serviço que recebe um pedido fora do combinado pode dizer: "O combinado cobria duas telas. Esta terceira é um item novo, e eu mando o orçamento até quinta".

Em casa, o cartão é o mesmo e o tom muda com a relação. Com pais ou parentes mais velhos, a deferência e a hierarquia da família podem pesar, e não há uma maneira certa de falar. Eu ajustaria o tom, mantendo o fato e o pedido. Você escolhe quando e com quem usar.

Quando a comunicação assertiva não basta

Este quadro é uma posição da Consylion, não uma norma. Os números são dos canais oficiais.

O roteiro funciona O roteiro não basta
Pedir, recusar e discordar Ameaça ou violência
Ajustar um combinado Abuso ou assédio
Conversar com quem está disposto a ouvir Relação de dependência em que dizer não traz risco
Quando o outro usa a conversa para pressionar

Nesses casos, busque apoio antes de falar. Assertividade é escolha, e ninguém é obrigado a enfrentar quem oferece risco.

  • O CVV, formado por voluntários, oferece apoio emocional e prevenção do suicídio, gratuito, pelo 188, 24 horas por dia. Para denúncia, a posição da Consylion é recorrer ao 190 ou, para mulheres, ao Ligue 180, abaixo.
  • Em risco de vida ou de lesão, o SAMU, pelo 192, é gratuito e atende 24 horas, inclusive em maus tratos. A página do Ligue 180 indica o 190, da Polícia Militar, para emergências.
  • Para mulheres em situação de violência, o Ligue 180 é gratuito, funciona 24 horas e registra e encaminha denúncias.

Erros comuns

  1. Esperar a explosão. Eu falaria cedo, com o cartão, antes de o assunto virar carga.
  2. Usar "você sempre" e "você nunca". São julgamentos, e abrem a defesa. Volte ao fato.
  3. Pedir desculpa antes do pedido. Pelo critério da Consylion, tira a força da frase. Diga o pedido e depois, se quiser, agradeça.
  4. Tratar firmeza como tom alto ou como grosseria. Firmeza está no pedido claro, e o tom pode ser calmo.
  5. Esperar que o outro concorde. A assertividade não garante o "sim". Ela garante que você disse, e sabe o que faz depois.

Hoje, só uma coisa: escolha uma conversa adiada e escreva as 4 linhas. Depois, leia em voz alta e marque a conversa para até 48 horas.

Para levar
Assertividade se prepara antes de se falar: fato, efeito, pedido e o que você faz se não for atendido.

Padrão Consylion de aconselhamento

Como usar este conselho

De onde vem
A definição de comportamento assertivo vem de Bandeira, Machado e Pereira (2002) e de um folheto do serviço público de saúde britânico (Leicestershire Partnership NHS Trust). O cartão de 4 linhas, o ensaio de 10 minutos, a checagem de 5 itens e a regra das 48 horas são método da Consylion, sem pesquisa de eficácia por trás. As 7 fontes estão listadas no fim do artigo.
Quando se aplica
  • Adulto que quer pedir, recusar ou discordar sem brigar nem engolir, na vida pessoal e no trabalho.
  • Quem prefere um roteiro escrito a uma lista de dicas e tem 10 minutos antes de uma conversa que vem sendo adiada.
Limites
  • É conteúdo educativo de comunicação: não é terapia, não faz diagnóstico e não classifica pessoas. Os três estilos descrevem uma fala numa situação.
  • Não garante que o outro concorde, mude ou aceite o pedido. O critério de 4 de 5 itens e a conversa em até 48 horas são regra de bolso da Consylion.
  • Ameaça, violência, abuso, assédio ou relação em que dizer não traz risco: o roteiro não basta. Procure apoio antes de falar (CVV 188; em risco de vida ou lesão, 190 e SAMU 192; Ligue 180 para mulheres).
  • Respeita a cultura e as crenças da família: o leitor decide quando e com quem usar.
Na prática
Papel e caneta ou uma nota no celular: 10 minutos de ensaio e uma conversa em até 48 horas. Sem custo.
Como medir o resultado
  • Depois de cada conversa, a checagem de 5 itens: 4 de 5 e a conversa feita em até 48 horas.
  • Em 3 conversas seguidas: você disse o pedido sem pedir desculpa antes e deixou o outro responder? Se a conversa só piora ou traz medo, pare e busque apoio.
Quando revisar
  • Os textos de Bandeira et al. (2002) ou do folheto do NHS forem corrigidos, reeditados ou saírem do ar.
  • O CVV, o SAMU, o 190 ou o Ligue 180 mudarem canal ou número.
  • O Edson trocar o critério de pronto ou a regra das 48 horas.

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Perguntas frequentes

Ser assertivo é a mesma coisa que ser direto?
Não. Neste guia, direto é dizer sem rodeio; assertivo é dizer com clareza e também respeitar o direito do outro, pedindo uma ação em vez de despejar uma opinião. Bandeira et al. (2002) definem o comportamento assertivo pelos dois lados: afirmar os próprios direitos sem desrespeitar os dos outros. Dá para ser direto e atropelar. É a distinção que uso neste guia.
Assertividade se aprende ou é traço de personalidade?
Bandeira et al. (2002) tratam o comportamento assertivo como desempenho, e não como traço, o que quer dizer que varia com a situação: você pode ser firme com um colega e engolir tudo com a sua mãe. Minha posição, sem pesquisa de eficácia por trás, é que o ensaio e a repetição ajudam. Não há prazo garantido.
Como ser assertivo por mensagem de texto?
O cartão de 4 linhas cabe em três ou quatro frases: o fato, o efeito, o pedido com prazo e o que você fará se não der. Leia em voz alta antes de enviar e corte o que soa como acusação ou desculpa. Para assunto pesado, use a mensagem só para combinar uma conversa. É critério da Consylion.
Dizer não é falta de educação?
Depende de como e de onde. Uma recusa clara, que respeita o outro e oferece o que você pode fazer, é, na minha leitura, mais cuidadosa do que um sim engolido. A cultura de cada família pesa, e quem decide quando e como usar é você.
Edson Oliveira

Quem escreveu

Edson Oliveira

Fundador da Consylion e criador do Protocolo Consylion™

Li mais de 2.000 livros de negócios e reuni nos manuais da Consylion os métodos que uma pequena empresa consegue aplicar. Aqui, escrevo o passo a passo para você usar no seu negócio, com exemplos e a fonte de cada número.

Como produzimos este conteúdo

A pauta parte das dúvidas reais de quem toca uma pequena empresa e dos métodos dos manuais Consylion. O texto é escrito com apoio de inteligência artificial e segue o padrão editorial da Consylion: cada número, regra e citação vem de uma fonte confiável (órgãos públicos, normas, leis e pesquisas com metodologia publicada), aberta e conferida, e está listada no fim do artigo; o que não pode ser verificado não entra. Os exemplos com números são ilustrativos e estão identificados como tal. Quando surgem dados melhores ou as regras mudam, o artigo é revisado. Última revisão em . Leia a política editorial completa.

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Fontes citadas

  1. 01 Bandeira, M.; Machado, E. L.; Pereira, E. A. Reinserção Social de Psicóticos: Componentes Verbais e Não-Verbais do Comportamento Assertivo, em Situações de Fazer e Receber Críticas. Psicologia: Reflexão e Crítica, v. 15, n. 1, 2002
  2. 02 Balbi Neto, R. R. Q.; Borloti, E. B.; Haydu, V. B. Comportamento autoclítico nos repertórios interpessoais passivo, agressivo e assertivo. Acta Comportamentalia, v. 31, n. 1, 2023
  3. 03 Leicestershire Partnership NHS Trust. Assertiveness, folheto n. 492 (NHS)
  4. 04 Yale University. Using DESC to Make Your Difficult Conversations More Effective (Best Practices 2016)
  5. 05 CVV, Centro de Valorização da Vida: apoio emocional e prevenção do suicídio, telefone 188
  6. 06 Ministério da Saúde, SAMU 192
  7. 07 Ministério das Mulheres, Central de Atendimento à Mulher, Ligue 180