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Saúde e Longevidade· Check-up e Prevenção

Pressão alta: valores da diretriz de 2025 e como medir

Você mediu a pressão na farmácia, viu 13 por 9 e ficou sem saber se aquilo é um problema. Ou lembra que "12 por 8 é o ideal" e estranhou ao ler que as faixas mudaram. Pressão alta, ou hipertensão, é o diagnóstico quando a pressão medida no consultório fica em 140 por 90 mmHg ou mais em duas ocasiões diferentes. Este guia traduz a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, das sociedades de cardiologia, hipertensão e nefrologia, e termina em algo que você faz hoje: medir direito.

O instinto diz que pressão alta dá sinal, e que dá para esperar a dor de cabeça para medir. A diretriz diz outra coisa: a hipertensão é frequentemente assintomática. Quem espera sentir mede tarde. E medir em pé, depois do café, com uma leitura só, é medir errado.

Pressão alta: a partir de quanto é?

Pela diretriz de 2025, a pressão é considerada normal abaixo de 120 e abaixo de 80 mmHg, e a hipertensão começa em 140 e/ou 90. A tabela abaixo é a classificação do consultório para quem tem 18 anos ou mais. Vale o maior valor, sistólico ou diastólico.

Ferramenta

Régua das faixas: 2020 x 2025

Faixa no consultório (sistólica e/ou diastólica, mmHg) Como se chamava em 2020 Como se chama em 2025 O que a diretriz recomenda
Abaixo de 120 e abaixo de 80 "PA ótima" (categoria removida) PA normal Repetir a medida anualmente
120 a 139 e/ou 80 a 89 120 a 129 e/ou 80 a 84 era "PA normal"; o restante já constava como pré-hipertensão, segundo a p. 36 Pré-hipertensão Considerar hipertensão mascarada; medidas não medicamentosas
140 a 159 e/ou 90 a 99 Fora das mudanças listadas na p. 36 Hipertensão estágio 1 Avaliação e confirmação pelo médico
160 a 179 e/ou 100 a 109 Fora das mudanças listadas na p. 36 Hipertensão estágio 2 Avaliação e confirmação pelo médico
180 ou mais e/ou 110 ou mais Fora das mudanças listadas na p. 36 Hipertensão estágio 3 Avaliação e confirmação pelo médico

Infográfico

Faixas da diretriz 2025: normal abaixo de 120/80, pré-hipertensão 120-139/80-89, estágios 1, 2 e 3 (140/90, 160/100, 180/110) e o bloco "o que mudou em relação a 2020".
A partir de quanto a pressão é alta? As faixas de 2025Baixar o infográfico
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Classificação no consultório, adultos de 18 anos ou mais, em mmHg

Cinco faixas, do normal ao estágio 3

  1. Normal: Abaixo de 120 e abaixo de 80. Repetir a medida a cada ano.
  2. Pré-hipertensão: 120 a 139 e/ou 80 a 89. Faixa de atenção, não é o diagnóstico.
  3. Estágio 1: 140 a 159 e/ou 90 a 99.
  4. Estágio 2: 160 a 179 e/ou 100 a 109.
  5. Estágio 3: 180 ou mais e/ou 110 ou mais.

O que mudou em relação a 2020

Diretriz de 2020

  • Abaixo de 120/80: PA ótima
  • 120-129 e/ou 80-84: PA normal
  • Ótima e normal: 120-129/80-84 era normal

Diretriz de 2025

  • Abaixo de 120/80: PA normal
  • 120-129 e/ou 80-84: Pré-hipertensão
  • Ótima saiu: e 120-139/80-89 é pré-hipertensão

Fonte: Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025 (SBC, SBH, SBN), Arq Bras Cardiol 2025, Quadro 3.2 e p. 36. Vale o maior valor, sistólico ou diastólico. Diagnóstico: duas ocasiões ou MAPA/MRPA; o médico interpreta.

O que mudou em relação a 2020

Duas coisas, ambas na página 36 da diretriz. A categoria "PA ótima" foi removida: o que estava abaixo de 120 por 80 agora está dentro de "PA normal". E a pré-hipertensão passou a incluir o que em 2020 era "PA normal", ou seja, sistólica de 120 a 129 e/ou diastólica de 80 a 84.

O motivo, segundo o texto, é identificar cedo quem está em risco e incentivar intervenções mais proativas. É uma faixa de atenção, não o diagnóstico de uma doença. Quem lia "12 por 8 é o ideal" encontra agora 120 por 80 na pré-hipertensão.

Fora do consultório: MRPA e MAPA

A medida do consultório não é a única. Na MAPA, a monitorização ambulatorial da pressão, o aparelho mede ao longo de 24 horas. Na MRPA, a monitorização residencial, a medida é feita em casa, seguindo um protocolo. Os cortes de hipertensão mudam por método, segundo o Quadro 3.4 da diretriz:

  • consultório: 140 e/ou 90 ou mais;
  • MAPA de 24 horas: 130 e/ou 80 ou mais (vigília: 135 e/ou 85; sono: 120 e/ou 70);
  • MRPA: 130 e/ou 80 ou mais.

Os cortes não se misturam: o 130 por 80 de uma MRPA não é o 140 por 90 do consultório.

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O que é hipertensão, quem tem e o que contribui

Hipertensão é uma doença crônica definida por pressão persistentemente elevada, em 140 e/ou 90 mmHg ou mais, medida com a técnica correta em pelo menos duas ocasiões. É o que diz a diretriz (p. 30), que a descreve como condição multifatorial.

No Brasil, o VIGITEL (pesquisa do Ministério da Saúde por telefone nas capitais) registrou, segundo a diretriz, média de 24,5% de adultos com o diagnóstico entre 2006 e 2019 e 27,9% em 2023. Acima de 65 anos, foram 65,1% em 2023. Como o dado é autorreferido, a própria diretriz diz que pode subestimar: análises brasileiras com a pressão medida apontam cerca de 36%.

A diretriz lista fatores associados, e nenhum é sentença:

  • Genética: poligênica, com milhares de variantes de efeito pequeno cada uma. Conta, mas não de forma simples.
  • Idade: a prevalência sobe de modo linear com os anos.
  • Peso e sedentarismo: a relação entre IMC e pressão é contínua e direta.
  • Sal e álcool: a diretriz descreve a ingestão elevada de sódio como fator de risco bem determinado e uma associação positiva e contínua entre álcool e pressão.
  • Estresse psicossocial: uma metanálise citada associa esse estresse a risco 2,4 vezes maior (IC 95% 1,6 a 3,5). É associação, não prova de causa. Sobre o outro lado, veja os guias de ansiedade e de cortisol.
  • Sono: privação, duração e qualidade aparecem associadas ao risco.

A pressão deve ser avaliada em todas as consultas. O Ministério da Saúde orienta que quem tem mais de 20 anos meça ao menos uma vez por ano, e duas vezes se há caso de pressão alta na família (consulta em 28/10/2026). A diretriz, para quem está abaixo de 120 por 80, pede repetir a medida anualmente.

Como medir a pressão do jeito certo

O erro mais comum é tratar uma leitura isolada como resultado. A diretriz lembra que a pressão varia muito de uma medida para outra, e por isso o protocolo existe. O critério que eu uso: sem o passo a passo, a leitura é um palpite.

Antes de medir

Checklist

  • 30 minutos antes: sem fumar, sem comer e sem cafeína. 90 minutos antes: sem exercício.
  • Sentado por pelo menos 5 minutos, de bexiga vazia e sem falar.
  • Costas apoiadas na cadeira, pernas descruzadas e pés no chão.
  • Braço nu, apoiado na altura do coração, com a palma da mão para cima.
  • Manguito sem folga, 2 a 3 cm acima da dobra do cotovelo, do tamanho certo para o seu braço.
  • Três medidas, com 1 minuto de intervalo entre elas.
  • Média das duas últimas. Se a diferença entre elas passar de 10 mmHg, faça mais medidas.
  • Aparelho automático de braço, que a diretriz recomenda, validado e com calibração avaliada ao menos uma vez por ano.

Exemplo: três medidas e a média

Exemplo com números

Três leituras e a média

Imagine, com números fictícios e redondos, três medidas seguidas, com 1 minuto entre elas:

Medida Sistólica Diastólica
1ª 134 86
2ª 128 84
3ª 130 82

A diretriz manda usar a média das duas últimas. Sistólica: (128 + 130) ÷ 2 = 129. Diastólica: (84 + 82) ÷ 2 = 83. Resultado: 129 por 83 mmHg. A diferença entre as duas últimas é de 2 mmHg nos dois valores, abaixo dos 10 que pedem medidas extras.

Na tabela, 129 está entre 120 e 139 e 83 está entre 80 e 89: as duas caem na pré-hipertensão. Em geral, uma medida só não basta para diagnosticar: o diagnóstico pede medidas em duas ocasiões ou MAPA ou MRPA. Os números servem para a conversa, e quem interpreta é o médico.

Números de exemplo fictício. Troque pelos seus.

Medir em casa: o que a diretriz diz

A automedida, feita por você com o seu aparelho e sem protocolo, tem um papel limitado. A diretriz afirma que ainda não há evidências conclusivas para fixar valores de normalidade nesse método e recomenda usá-lo apenas como triagem, para que o médico peça MRPA ou MAPA e confirme. Ela recomenda MAPA ou MRPA para confirmar o diagnóstico e monitorar o tratamento, e descreve a MAPA como padrão-ouro.

A confirmação importa porque a hipertensão do avental branco é a pressão elevada só no consultório, e a prevalência fica entre 7% e 15%. A hipertensão mascarada é o oposto, pressão normal no consultório e elevada fora dele, entre 8% e 22%. Uma medida isolada pode enganar para os dois lados. Eu anotaria e levaria o registro, sem decidir sozinho.

Mão na massa · 30 minutos

Seu registro em 10 minutos

  • Minutos 0 a 3: separe o aparelho e um caderno ou o celular.
  • Minutos 3 a 10: siga a lista acima, sem pular a espera de 5 minutos sentado, e anote data, hora, as três leituras e a média das duas últimas.
  • Pronto quando: você tem uma linha completa de registro. Repita em outro dia e leve as linhas à consulta (a repetição é sugestão minha; o número de dias de uma MRPA é o médico que define).

O que ajuda a prevenir (e em quem isso foi medido)

A diretriz recomenda medidas não medicamentosas para todos os indivíduos com pressão de 120 por 80 mmHg ou mais (recomendação forte, certeza alta, p. 52).

A maioria dos números de efeito da diretriz vem de pacientes que já têm hipertensão, e é aí que está o limite do que se pode afirmar. Para quem tem pressão normal ou pré-hipertensão, ela traz dois números de prevenção: o sódio pode responder por cerca de 30% da prevalência de hipertensão, e a atividade física, principalmente de lazer, reduz em até 19% a incidência. A diretriz não traz um "faça X e a pressão cai Y" para quem está saudável, e eu não vou inventar um.

Ferramenta

Prevenir, em quem?

Hábito O que a diretriz mediu Em quem foi medido O que a fonte não diz
Sal Meta de menos de 2 g de sódio por dia (5 g de sal, uma colher de chá). Cada 1,15 g a menos reduz a sistólica em 2,8 e a diastólica em 1,4 mmHg Pacientes com hipertensão O mesmo efeito em quem tem pressão normal. No Brasil e no mundo, a ingestão habitual é cerca do dobro da meta
Atividade física 150 min por semana de aeróbica moderada ou 75 de vigorosa; reduz a sistólica em 2 a 5 e a diastólica em 1 a 4 mmHg. Até 19% menos incidência Os mmHg: capítulo sobre pacientes com hipertensão. O 19% é de incidência O grupo do 19%. Quem tem sintomas, doença cardíaca ou quer alta intensidade deve ter avaliação médica antes
Peso Cada 1 kg a menos reduz 1,05 mmHg na sistólica e 0,92 na diastólica. Referência: IMC abaixo de 25; cintura abaixo de 102 cm (homens) e 88 cm (mulheres) Pacientes com hipertensão A diretriz não promete perda de peso
Álcool (meta) Até 2 doses por dia para homens e 1 para mulheres; dose = 10 a 12 g de álcool Pacientes com hipertensão "Mesmo em baixas doses, o consumo de álcool pode trazer prejuízos"
Álcool (risco) Mais de 15 g por dia (mulheres) e 30 g por dia (homens) foi associado a maior risco de hipertensão População geral, epidemiologia É outra medida, não a meta acima
Potássio 3,5 g por dia ou mais, vindo de alimentos, reduz 4,8 e 3,0 mmHg Pacientes com hipertensão Não vale para doença renal crônica ou excesso de potássio no sangue. Suplemento fica fora
Dieta DASH Reduz 8,7 e 4,5 mmHg Pacientes com hipertensão Depende de adesão no longo prazo, que a própria diretriz chama de desafio

"Dose" aqui são 10 a 12 g de álcool, cerca de 200 mL de cerveja, 100 mL de vinho ou 25 mL de destilado. Não é convite ao consumo.

Sobre o café, a diretriz traz que estudos recentes sugerem que até três a quatro xícaras por dia, no hábito moderado, não elevam a pressão. A cafeína a eleva de forma aguda, em especial em quem não tem o hábito, e por isso a medida pede 30 minutos sem ela.

Sobre estresse, a diretriz recomenda a respiração lenta como terapia coadjuvante de baixo risco e diz que, fora a meditação, as terapias comportamentais não têm evidência robusta. Sobre meditação, veja o guia de mindfulness.

Quando procurar o médico

Pressão muito alta com dor no peito de início súbito, falta de ar ou sinais de AVC (fala alterada de repente, perda de força de um lado do corpo, boca torta) é caso de urgência: ligue 192, o SAMU, serviço gratuito que funciona 24 horas, segundo a página do Ministério da Saúde (consulta em 28/10/2026).

A diretriz descreve a crise hipertensiva como elevação aguda e importante da pressão, com ou sem lesão aguda de órgão-alvo, e a define de forma arbitrária como sistólica de 180 e/ou diastólica de 110 mmHg ou mais, ou valores menores, dependendo da situação. Ela não indica um valor que "dá AVC", e eu também não.

Fora disso, o caminho é calmo e prático:

  • repita a medida pelo protocolo, sem pressa e sem café;
  • se a leitura vier alta mais de uma vez, marque consulta;
  • leve o registro e a lista do que você usa, inclusive o que compra sem receita;
  • deixe a conduta com o médico. Este guia não trata de remédio, de chá nem de "baixar a pressão rápido", e nada aqui autoriza mudar ou parar o que o médico indicou.

Pressão alta tem cura? Segundo o Ministério da Saúde, não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada; só o médico determina o método. Gestantes, crianças e adolescentes têm tabelas próprias, e a conversa é com o médico.

Medir direito custa poucos minutos. Faça isso hoje e leve o registro à próxima consulta. Pressão alta quase não avisa: quem avisa é a medida feita do jeito certo.

Para levar
Pressão alta quase não avisa: quem avisa é a medida feita do jeito certo.

Padrão Consylion de aconselhamento

Como usar este conselho

De onde vem
Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025 (SBC, SBH e SBN, Arquivos Brasileiros de Cardiologia), com a página oficial do Ministério da Saúde para a frequência da medida, a ausência de cura e o número do SAMU. As 5 fontes estão listadas no fim do artigo.
Quando se aplica
  • Adulto com 18 anos ou mais que mediu a pressão numa farmácia ou num aparelho próprio e quer entender as faixas antes de conversar com o médico.
  • Quem quer medir do jeito que a diretriz pede e levar um registro útil à consulta.
Limites
  • Não diagnostica e não interpreta a pressão de ninguém: o diagnóstico é do médico, com medidas em duas ocasiões ou com MAPA ou MRPA.
  • As faixas valem para adultos, na medida do consultório. Gestantes, crianças e adolescentes têm tabelas próprias.
  • Os números de efeito dos hábitos são de pessoas com hipertensão. A diretriz não mostra o mesmo tamanho de efeito em quem tem pressão normal.
  • Não trata de remédio, de chá nem de baixar a pressão rápido, e nada aqui autoriza mudar ou parar o que o médico indicou. Pressão muito alta com dor no peito, falta de ar ou sinais de AVC é caso de urgência.
Na prática
Um aparelho automático de braço, que a diretriz recomenda, um caderno ou o celular para anotar e dez minutos para seguir o protocolo de medida.
Como medir o resultado
  • Registro com data, hora e três leituras de cada vez, para levar ao médico. Sem meta própria: a interpretação é da consulta.
  • Quem está abaixo de 120 por 80 repete a medida a cada ano, como pede a diretriz.
Quando revisar
  • Sair nova Diretriz Brasileira de Hipertensão ou atualização da de 2025.
  • Mudar o quadro de classificação ou o de valores por método (consultório, MAPA, MRPA).
  • No mínimo uma vez por ano.

Última revisão em .

Próximo passo

Mindfulness: o que é e como praticar em 7 dias

Mindfulness (atenção plena): o que é, de onde vem, o que a pesquisa mostra e um programa de 7 dias com tempo, passos e critério de pronto.

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Perguntas frequentes

12 por 8 ainda é a pressão normal?
Pela diretriz de 2025, normal é abaixo de 120 e abaixo de 80 mmHg. Um 12 por 8 exato (120 por 80) cai na faixa de pré-hipertensão, que vai de 120 a 139 e/ou de 80 a 89. Pré-hipertensão é faixa de atenção, não é doença diagnosticada. Quem avalia o que fazer com ela é o médico.
13 por 9 é pressão alta?
Pela tabela da diretriz, vale o maior valor: 130 está na pré-hipertensão e 90 está no estágio 1, então a leitura cai no estágio 1. Em geral, uma medida só não basta para o diagnóstico, que pede medidas em duas ocasiões ou MAPA ou MRPA. Leve o registro ao médico.
Pressão alta dá sintoma?
A diretriz diz que a hipertensão é frequentemente assintomática. Por isso a pressão deve ser avaliada em todas as consultas. Esperar sentir algo para medir é medir tarde. Dor no peito, falta de ar ou sinais de AVC com pressão muito alta são caso de urgência: ligue 192, o SAMU.
Medir a pressão em casa vale?
Serve como triagem. A diretriz diz que a medida em casa, sem protocolo, ainda não tem valores de normalidade definidos e deve levar o médico a pedir MRPA ou MAPA para confirmar. Use um aparelho automático de braço, siga o passo a passo deste guia e leve as anotações à consulta.
Posso tomar café com pressão alta?
A diretriz traz que estudos recentes sugerem que o consumo habitual e moderado de café, até três a quatro xícaras por dia, não eleva a pressão. A cafeína causa elevação aguda, em especial em quem não tem o hábito, e por isso a medida pede 30 minutos sem cafeína. Dúvida individual é com o médico.
Edson Oliveira

Quem escreveu

Edson Oliveira

Fundador da Consylion e criador do Protocolo Consylion™

Li mais de 2.000 livros de negócios e reuni nos manuais da Consylion os métodos que uma pequena empresa consegue aplicar. Aqui, escrevo o passo a passo para você usar no seu negócio, com exemplos e a fonte de cada número.

Como produzimos este conteúdo

A pauta parte das dúvidas reais de quem toca uma pequena empresa e dos métodos dos manuais Consylion. O texto é escrito com apoio de inteligência artificial e segue o padrão editorial da Consylion: cada número, regra e citação vem de uma fonte confiável (órgãos públicos, normas, leis e pesquisas com metodologia publicada), aberta e conferida, e está listada no fim do artigo; o que não pode ser verificado não entra. Os exemplos com números são ilustrativos e estão identificados como tal. Neste tema, o ponto de partida é sempre uma fonte validada (diretriz, revisão sistemática, norma ou dado oficial), traduzida para a prática, com a recomendação de procurar o profissional antes de qualquer decisão individual. Quando surgem dados melhores ou as regras mudam, o artigo é revisado. Última revisão em . Leia a política editorial completa.

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Fontes citadas

  1. 01 Brandão et al. Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025. Arq Bras Cardiol 2025;122(9):e20250624 (DOI)
  2. 02 Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, texto completo em português (PDF da revista, 154 páginas)
  3. 03 Registro da diretriz no PubMed (PMID 41294179)
  4. 04 Ministério da Saúde. Hipertensão (pressão alta): sem cura, tem tratamento; medir ao menos uma vez por ano acima de 20 anos (consulta em 28/10/2026)
  5. 05 Ministério da Saúde. SAMU 192: gratuito, 24 horas; quando chamar (consulta em 28/10/2026)