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Filosofia e Propósito· Espiritualidade e Contemplação

Mindfulness: o que é e como praticar em 7 dias

"Tentei meditar, não consegui parar de pensar e larguei no primeiro dia." Se foi assim com você, o problema não estava em você, estava na ideia que te venderam. Mindfulness, que em português se diz atenção plena, é prestar atenção de propósito ao que acontece agora, sem julgar. Ela não pede uma mente vazia.

O diagnóstico que eu faço é este: quase todo mundo desiste porque conta a distração como fracasso, quando a distração é a matéria-prima da prática. E há o erro oposto, o de vender atenção plena como solução para ansiedade. A pesquisa dá uma resposta mais modesta, e eu acho isso uma boa notícia: pede-se pouco e promete-se pouco.

O que é mindfulness?

Mindfulness é a atenção dirigida de propósito ao momento presente, sem julgamento. Essa é a leitura que está na definição de trabalho de Jon Kabat-Zinn, criador do programa que popularizou a prática.

Em 2003, ele escreveu que mindfulness é "the awareness that emerges through paying attention on purpose, in the present moment, and nonjudgmentally to the unfolding of experience moment by moment". Na tradução da Consylion: "a consciência que surge ao prestar atenção de propósito, no momento presente e sem julgamento, ao desenrolar da experiência momento a momento."

Quando alguém pergunta pelos "3 pilares do mindfulness", a resposta segura é que a definição tem três elementos: de propósito, no momento presente e sem julgamento. Em Kabat-Zinn (2003) a palavra "pilares" não aparece, então eu não a trato como uma lista oficial.

Na prática, o que isso quer dizer é simples. Você escolhe um alvo, como a respiração. A mente vai embora, porque é isso que mentes fazem. Você percebe, sem se criticar, e volta. A imagem que eu uso é a de um exercício de bíceps para a atenção: cada vez que você nota que se distraiu e volta, foi uma repetição. Quem conta "a mente fugiu 20 vezes" fez 20 repetições, não fracassou.

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De onde vem: tradição budista e versão secular

A raiz do mindfulness é budista, e o programa que o levou para a saúde foi desenhado para ser secular. O próprio Kabat-Zinn escreve que, historicamente, mindfulness "has been called 'the heart' of Buddhist meditation".

Em 1979, ele criou o MBSR (Mindfulness-Based Stress Reduction, redução do estresse baseada em mindfulness) em uma clínica ambulatorial do Centro Médico da Universidade de Massachusetts. O formato foi um curso de 8 semanas. Segundo o autor, a intervenção precisava ficar "free of the cultural, religious, and ideological factors associated with the Buddhist origins of mindfulness", porque o objetivo não era ensinar budismo.

Então é religião? A fonte primária diz que o MBSR nasceu sem esses fatores, e praticar a atenção na respiração não exige que você adote crença nenhuma nem abandone a sua. Se a sua tradição tem práticas próprias de contemplação, elas continuam sendo suas. Este texto trata só da versão secular.

O que a pesquisa mostra (e o que não mostra)

A pesquisa mostra melhoras pequenas em alguns sintomas, com força de evidência que varia, e não mostra vantagem sobre tratamento ativo. Há duas coisas diferentes aqui, e o erro é misturá-las: a força da evidência (quanta confiança temos no resultado) e o tamanho do efeito (o quanto o sintoma mudou).

A meta-análise de Goyal e colegas (JAMA Internal Medicine, 2014) reuniu 47 estudos com 3.515 participantes, todos ensaios randomizados com grupo de controle ativo, identificados até novembro de 2012, em adultos com condições clínicas diversas. O "tamanho de efeito" ali é a diferença média padronizada (d de Cohen), não uma porcentagem. Os autores chamam essas melhoras de pequenas.

Desfecho Força da evidência Tamanho do efeito (diferença padronizada)
Ansiedade Moderada 0,38 em 8 semanas; 0,22 em 3 a 6 meses
Depressão Moderada 0,30 em 8 semanas; 0,23 em 3 a 6 meses
Dor Moderada 0,33
Estresse e qualidade de vida ligada à saúde mental Baixa Melhora pequena
Humor positivo, atenção, sono, peso, hábitos alimentares e uso de substâncias Baixa ou insuficiente Sem efeito demonstrado

Esses números valem para programas de mindfulness, não para meditação em geral: os autores relatam que os programas de mantra não melhoraram nenhum dos desfechos examinados.

Infográfico

Quadro com a força da evidência e o tamanho do efeito do mindfulness: ansiedade, depressão e dor com evidência moderada (0,38; 0,30; 0,33); estresse com evidência baixa; sono e atenção, baixa ou insuficiente.
O que a pesquisa mostra sobre mindfulness: força da evidênciaBaixar o infográfico
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Resultados de Goyal et al. (2014) por desfecho: melhoras pequenas, sem vantagem sobre tratamento ativo

Força da evidência e tamanho do efeito

Força da evidênciaTamanho do efeito (d)
AnsiedadeModerada0,38 em 8 sem.; 0,22 depois
DepressãoModerada0,30 em 8 sem.; 0,23 depois
DorModerada0,33
Estresse e qualidade de vidaBaixaMelhora pequena
Humor, atenção, sono, peso, etc.Baixa ou insuficienteSem efeito demonstrado

Fonte: Goyal M. et al., JAMA Internal Medicine, 2014 (meta-análise de 47 estudos, 3.515 participantes). Efeito = diferença padronizada (d), não %. "Depois" = 3 a 6 meses. Adultos com condições clínicas; estudos até nov/2012.

Há um limite que pesa: não encontraram evidência de que os programas fossem melhores que qualquer tratamento ativo, como remédio, exercício e outras terapias comportamentais. A conclusão deles fala em reduções "pequenas a moderadas" de várias dimensões negativas do estresse psicológico.

Uma revisão mais recente olhou para quem não tem condição clínica, o caso de muitos leitores deste texto. Galante e colegas (PLoS Medicine, 2021) reuniram 136 estudos com 11.605 participantes, com buscas até agosto de 2020.

Em relação a nenhuma intervenção, os programas de mindfulness melhoraram em média ansiedade, depressão, sofrimento psicológico e bem-estar na maior parte dos cenários, mas não em todos.

Comparados a intervenções ativas específicas, não houve evidência estatística de superioridade, e os autores escrevem que "other preventative interventions may be equally effective". A confiança no conjunto, pelo método GRADE, vai de moderada a muito baixa.

Os números das duas revisões não se somam nem se comparam entre si, porque as populações, os grupos de comparação e os métodos são diferentes. A leitura útil é a que as duas compartilham: o ganho existe, é de pequeno a moderado, e outras práticas podem funcionar igual.

Duas ressalvas que mudam o seu uso. Primeiro, os programas estudados tinham no mínimo 4 horas de treino, com prática em casa, e um formato comum, citado por Goyal como exemplo, é de 2,5 horas por semana durante 8 semanas, o que dá 20 horas de aula. Nenhum testou 5 minutos por dia, e Goyal escreve que não foi possível tirar conclusões definitivas sobre dose e duração do treino. Segundo, a pesquisa mede redução de sintomas. Nenhuma das duas revisões fala em cura, e eu não falo.

Sobre o SUS: o Ministério da Saúde lista a Meditação entre as 29 práticas integrativas e complementares institucionalizadas pela PNPIC. A lista não cita mindfulness nem diz onde cada prática é oferecida, então, para saber o que existe perto de você, pergunte na unidade de saúde.

Como praticar: programa de 7 dias

O programa abaixo é critério da Consylion, não protocolo clínico. Ele junta 5 minutos de atenção na respiração, uma tarefa do dia feita com atenção e uma pausa de 3 minutos antes de uma decisão. Em uma semana, são 3 × 5 + 2 × 3 = 21 minutos de prática dedicada, fora o tempo da tarefa que você já faria.

Passo a passo

  1. Dias 1 a 3: 5 minutos com a atenção na respiração.
  2. Dias 4 e 5: uma tarefa do dia feita com atenção plena.
  3. Dias 6 e 7: uma pausa de 3 minutos antes de uma decisão ou conversa difícil.
Dia Tempo O que fazer Pronto quando
1 5 min Sente com um cronômetro e leve a atenção à respiração. Quando a mente sair, note e volte. O cronômetro tocou e você voltou ao menos uma vez.
2 e 3 5 min Repita, no mesmo horário. Você anotou a linha do dia.
4 e 5 o tempo da tarefa Leia e responda um e-mail ou uma mensagem de cliente sem abrir outra aba. Você terminou a tarefa sem trocar de aba e anotou o que notou.
6 e 7 3 min Antes de uma decisão ou conversa difícil, pare, perceba o corpo, a respiração e o que você pensa, e só então siga. Você fez a pausa antes de agir e anotou a decisão.

Infográfico

Infográfico do programa de 7 dias de mindfulness: dias 1 a 3, 5 minutos de respiração; dias 4 e 5, uma tarefa com atenção; dias 6 e 7, pausa de 3 minutos. Total de 21 minutos; pronto com 5 de 7 registros.
Mindfulness em 7 dias: 3 etapas e 21 minutos de práticaBaixar o infográfico
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Respiração, uma tarefa com atenção e uma pausa antes de decidir

  1. Dias 1 a 3: 5 minutos com a atenção na respiração. Quando a mente sair, note e volte.
  2. Dias 4 e 5: Uma tarefa do dia feita com atenção plena, sem abrir outra aba.
  3. Dias 6 e 7: Uma pausa de 3 minutos antes de uma decisão ou conversa difícil.

Minutos de prática dedicada na semana

15 min + 6 min = 21 min

  • 15 min: dias 1 a 3: 3 × 5 min
  • + 6 min: dias 6 e 7: 2 × 3 min
  • = 21 min: fora o tempo da tarefa dos dias 4 e 5

Pronto na semana: 5 dos 7 registros de uma linha preenchidos.

Fonte: Programa de 7 dias da Consylion, com base no critério do próprio artigo. Critério da Consylion, não protocolo clínico. Nenhum estudo testou 5 minutos por dia. Não substitui tratamento.

Registro de uma linha por dia. Escreva quantas vezes a atenção saiu e voltou e uma coisa que você notou. Exemplo: "dia 1: voltei 14 vezes; pensei na proposta do cliente".

Critério da semana. Cinco dos sete registros preenchidos. Ao fim, você decide entre três caminhos: continuar, ajustar o horário, ou procurar um profissional ou um curso estruturado, como o MBSR, se o desconforto aumentar.

Se a mente "não para", a prática está funcionando como deveria: ela só existe porque a mente sai. Reduza a meta, não a frequência: fique 3 minutos em vez de 5, e mantenha o horário.

Mindfulness no trabalho: um exemplo de 1 dia

Mindfulness no trabalho é fazer uma coisa de cada vez, sabendo o que você sente enquanto faz. O exemplo abaixo é uma ilustração, não um caso real, e não traz resultado medido.

Exemplo com números

Rafael, dono fictício de uma assistência técnica de celulares · ilustração, sem números de resultado

Dia 4, a mensagem do cliente. Chega um áudio irritado: o aparelho prometido para ontem ainda não ficou pronto. Antes, Rafael respondia na hora, de pé, com o celular em uma mão e outra aba aberta, e a resposta saía defensiva. Agora, ele lê a mensagem inteira, nota que ficou irritado, respira e escreve uma resposta curta com o novo prazo e o motivo. A tarefa durou quase o mesmo tempo. A diferença foi o que ele escreveu.

Dia 6, a decisão. Um fornecedor oferece um lote de telas com desconto, e Rafael tem vontade de fechar logo. Antes de responder, ele faz a pausa de 3 minutos: percebe o corpo, a respiração e o pensamento "se eu não pegar agora, perco". Depois, anota duas perguntas, "isso cabe no meu caixa?" e "eu precisaria de tudo isso?", e responde que dará um retorno à tarde.

Números de exemplo fictício. Troque pelos seus.

A pausa não decide por ele, só abre um intervalo entre o impulso e a resposta. Para a parte da decisão em si, o estoicismo e o memento mori trabalham outras perguntas, como o que depende de você e o que você vem adiando.

Quando mindfulness não é o caminho

Mindfulness não é terapia, e há situações em que o caminho é um profissional. Se você tem depressão, trauma, sofrimento que dura e atrapalha o sono ou o trabalho, ou pensamentos de se machucar, procure um psicólogo, um médico ou a unidade de saúde (UBS, CAPS). A prática pode vir junto, com a orientação dele, e nunca no lugar. Para entender quando a ansiedade pede ajuda e a quem procurar, veja o guia sobre ansiedade.

O CVV (Centro de Valorização da Vida) conversa gratuitamente com quem precisa, em todo o Brasil, 24 horas por dia, pelo telefone 188 e sem custo de ligação, e também por chat, e-mail e pessoalmente em alguns endereços.

Há ainda um ponto pouco falado: a meditação pode trazer desconforto. Na revisão sistemática de Farias e colegas (Acta Psychiatrica Scandinavica, 2020), com 83 estudos e 6.703 participantes, 55 dos 83 estudos relataram ao menos um tipo de evento adverso. A prevalência estimada foi de 8,3%, variando de 3,7% nos estudos experimentais a 33,2% nos observacionais. Os mais comuns foram ansiedade, depressão e alterações cognitivas, e os autores dizem que isso pode ocorrer em quem nunca teve problema de saúde mental.

Evento adverso não é o mesmo que dano grave, mas é um motivo para parar se a prática piorar o seu estado, em vez de insistir.

O erro mais comum

O erro mais comum é tentar esvaziar a mente e desistir quando ela não esvazia. A prática é notar que a mente saiu e voltar, e cada volta conta.

O segundo erro é usar a atenção plena como cura. A pesquisa mostra melhoras pequenas em alguns sintomas, sem vantagem sobre outros tratamentos, e quem promete mais do que isso está vendendo. O terceiro é transformar o registro em cobrança. Se o dia 3 falhou, você retoma no dia 4 e a semana continua valendo, porque o critério é 5 de 7.

Kabat-Zinn escreve que mindfulness "develops and deepens over time but invariably requires an ongoing commitment to its practice", isto é, desenvolve-se com o tempo e exige compromisso contínuo com a prática. Para mim, isso apoia a ideia de repetição curta e regular, sem prometer prazo.

Exercício de 15 minutos hoje

Mão na massa · 30 minutos

Seus primeiros 15 minutos de atenção plena

  • Minutos 0 a 5: ajuste o cronômetro para 5 minutos, sente com a coluna confortável e leve a atenção à respiração. Cada vez que a mente sair, note e volte, e conte as voltas nos dedos ou mentalmente.
  • Minutos 5 a 10: escolha uma tarefa pequena, como responder uma mensagem, e faça sem abrir outra aba. Perceba o que você sente ao começar.
  • Minutos 10 a 15: escreva uma linha de registro: quantas vezes a atenção voltou e o que você notou. Decida o horário de amanhã.
  • Pronto quando: o cronômetro tocou, você voltou ao menos uma vez e a linha de registro está escrita.

Se o desconforto aumentar em qualquer momento, pare. Hoje, comece com um cronômetro, e deixe a conta das distrações para depois.

Para levar
O objetivo não é uma mente quieta: é voltar quantas vezes precisar.

Padrão Consylion de aconselhamento

Como usar este conselho

De onde vem
Definição, origem e criação do MBSR em Kabat-Zinn (2003); resultados em duas revisões sistemáticas com meta-análise, Goyal et al. (JAMA Internal Medicine, 2014) e Galante et al. (PLoS Medicine, 2021); eventos adversos em Farias et al. (Acta Psychiatrica Scandinavica, 2020). As traduções dos trechos são da Consylion. O programa de 7 dias é um critério meu, não um protocolo clínico, e nenhum dos estudos testou 5 minutos por dia. As 8 fontes estão listadas no fim do artigo.
Quando se aplica
  • Adulto sem sofrimento intenso que quer treinar a atenção e reagir menos no automático.
  • Dono ou dona de pequeno negócio com rotina de interrupções que quer uma pausa curta antes de responder ou decidir.
Limites
  • É conteúdo educativo. Não é terapia, não diagnostica e não substitui tratamento de saúde mental.
  • Com depressão, trauma, ansiedade intensa, sofrimento que dura ou pensamentos de se machucar, procure um psicólogo, um médico ou a unidade de saúde (UBS, CAPS) antes ou junto com a prática. Em crise, ligue para o CVV, no 188.
  • Se a prática aumentar o desconforto, pare e procure um profissional. Este guia trata de adultos; para crianças e adolescentes, converse com um profissional de saúde.
Na prática
Um cronômetro, uma folha ou o bloco de notas do celular e 5 minutos por dia.
Como medir o resultado
  • Em 7 dias: ao menos 5 registros de uma linha preenchidos.
  • Em 30 dias: a prática coube na sua rotina e você percebe a distração mais cedo (autoavaliação, não medida clínica).
Quando revisar
  • Sair uma revisão sistemática mais recente que mude a leitura dos efeitos.
  • O Ministério da Saúde mudar a lista de PICS do SUS.
  • A fonte da definição ou o contato do CVV forem corrigidos.

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Perguntas frequentes

Mindfulness é o mesmo que meditação?
Mindfulness é um tipo de meditação, com foco em prestar atenção ao presente sem julgar. Meditação é um grupo maior de práticas. A revisão de Goyal e colegas, de 2014, separou programas de mindfulness de programas de mantra, e os resultados citados neste texto valem só para os de mindfulness.
Quanto tempo por dia e quando vejo resultado?
Os 5 minutos deste guia são um critério meu para começar sem esforço. As revisões citadas estudaram programas de pelo menos 4 horas de treino, em geral cursos de semanas, e os autores de Goyal não puderam tirar conclusões definitivas sobre dose e duração. Por isso não há prazo prometido: o que você mede é o registro de 5 dias em 7.
Preciso de curso ou de aplicativo?
Para começar, não: um cronômetro basta. O MBSR, curso de 8 semanas que deu origem aos programas estudados, existe para quem quer instrução e acompanhamento. Se a prática aumentar o seu desconforto, o caminho é um curso com instrutor ou, melhor, um profissional de saúde mental. Aplicativo é questão de gosto: as revisões citadas não o avaliaram.
Mindfulness serve para crianças ou adolescentes?
Este guia trata de adultos, e as revisões citadas também. Para crianças e adolescentes, a conversa é com um profissional de saúde ou com a escola, que podem avaliar o caso e indicar o formato certo. Aqui não há programa de 7 dias para essa faixa de idade.
Edson Oliveira

Quem escreveu

Edson Oliveira

Fundador da Consylion e criador do Protocolo Consylion™

Li mais de 2.000 livros de negócios e reuni nos manuais da Consylion os métodos que uma pequena empresa consegue aplicar. Aqui, escrevo o passo a passo para você usar no seu negócio, com exemplos e a fonte de cada número.

Como produzimos este conteúdo

A pauta parte das dúvidas reais de quem toca uma pequena empresa e dos métodos dos manuais Consylion. O texto é escrito com apoio de inteligência artificial e segue o padrão editorial da Consylion: cada número, regra e citação vem de uma fonte confiável (órgãos públicos, normas, leis e pesquisas com metodologia publicada), aberta e conferida, e está listada no fim do artigo; o que não pode ser verificado não entra. Os exemplos com números são ilustrativos e estão identificados como tal. Quando surgem dados melhores ou as regras mudam, o artigo é revisado. Última revisão em . Leia a política editorial completa.

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Fontes citadas

  1. 01 Kabat-Zinn, J. Mindfulness-Based Interventions in Context: Past, Present, and Future. Clinical Psychology: Science and Practice, 2003;10(2):144-156 (cópia do autor)
  2. 02 Goyal M. et al. Meditation programs for psychological stress and well-being: a systematic review and meta-analysis. JAMA Internal Medicine, 2014 (PMID 24395196)
  3. 03 Goyal M. et al., texto completo do manuscrito do autor (PMC4142584)
  4. 04 Galante J. et al. Mindfulness-based programmes for mental health promotion in adults in nonclinical settings. PLoS Medicine, 2021 (PMID 33428616)
  5. 05 Galante J. et al., texto aberto (PMC7799763)
  6. 06 Farias M. et al. Adverse events in meditation practices and meditation-based therapies: a systematic review. Acta Psychiatrica Scandinavica, 2020 (PMID 32820538)
  7. 07 Ministério da Saúde, Práticas Integrativas e Complementares (PICS) no SUS
  8. 08 CVV, Centro de Valorização da Vida: apoio emocional pelo 188