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Ashwagandha: o que as revisões mostram e o que a Anvisa diz

"Vi no TikTok que ashwagandha ajuda no estresse e no sono. Então por que a Anvisa diz que é proibida?" Primeiro o dado legal: em nota de 21/10/2026, a Anvisa afirma que esse suplemento não tem registro no Brasil, que a substância não consta da lista de ingredientes autorizados e que fabricação, comercialização, distribuição e uso são proibidos no país. Este texto explica a ciência e os riscos. Não ensina a comprar nem a usar.

Quem está grávida ou amamentando, tem doença no fígado ou na tireoide, ou toma remédio contínuo, deve conversar com o médico antes de qualquer decisão. Isso vale para este assunto e para qualquer outro suplemento.

A Anvisa diz que a ashwagandha não tem registro no Brasil

A nota de 21/10/2026 diz que o suplemento "NÃO tem registro no Brasil" e que sua fabricação, comercialização, distribuição e uso são proibidos. A agência acrescenta que a substância não integra a lista de ingredientes autorizados para esse tipo de produto. Segundo a nota, a RDC 243/2018 determina que suplementos alimentares sejam feitos com ingredientes autorizados pela Anvisa. Escrevo "segundo a Anvisa" porque é a agência quem fala, e a norma pode mudar: vale conferir a página oficial antes de agir.

A nota parte do caso de uma britânica que teve falência do fígado, paradas cardíacas e sérios danos cerebrais após usar o produto, promovido para relaxamento e para sintomas da perimenopausa. É um relato da agência sobre um evento. Ele não prova a causa e não diz com que frequência acontece.

A Anvisa também lembra que é proibido vincular suplementos a alegações de cura, tratamento ou prevenção de doenças, e orienta que a decisão de usar seja avaliada com profissionais de saúde. Para a agência, a maior parte dos perigos está nos produtos irregulares, mas produtos legalizados também podem causar dano se usados em desacordo com as instruções.

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O que é ashwagandha e para que serve?

Ashwagandha é o nome popular da Withania somnifera, um arbusto cuja raiz é usada em remédios da medicina ayurvédica, segundo o Manual MSD. "Adaptógeno" é o rótulo de uso popular que a internet cola nela, e é um termo de divulgação, não uma categoria comprovada por estas fontes.

As pessoas alegam que ela reduz estresse e ansiedade, melhora o sono, aumenta a força e baixa a glicemia, entre outras coisas. O Manual MSD diz que muitas dessas alegações não têm evidência consistente e que são necessários estudos maiores em pessoas. O que foi medido de fato em ensaios com placebo é bem mais curto, e é o assunto da próxima seção.

Ashwagandha funciona? O que as revisões mediram

Três meta-análises de ensaios randomizados com placebo encontraram redução em escalas de estresse e ansiedade, mas só os autores de uma delas classificam a certeza como baixa, e os estudos diferem muito entre si. Meta-análise é uma revisão que soma os resultados de vários ensaios. "Certeza baixa" quer dizer que um estudo futuro pode mudar o número. "I²" mede o quanto os ensaios discordam entre si: quanto mais perto de 100%, menos o valor médio representa cada estudo.

Ferramenta

O que as revisões mediram, pergunta por pergunta

Pergunta O que a fonte mediu Certeza O que dá para dizer
Reduz o estresse? 12 ensaios, 1.002 pessoas de 25 a 48 anos, contra placebo: diferença padronizada de −1,75 (IC 95%: −2,29 a −1,22; I² = 83,1%). Em outra revisão, 9 ensaios e 558 pessoas: escala de estresse percebido (PSS) 4,72 pontos menor (IC: −8,45 a −0,99) Baixa, segundo os autores da revisão de 12 ensaios Houve redução em escala, e os estudos divergem muito
Reduz a ansiedade? 12 ensaios: diferença padronizada de −1,55 (IC: −2,37 a −0,74; I² = 93,8%). 9 ensaios: escala de Hamilton 2,19 pontos menor (IC: −3,83 a −0,55). 5 ensaios, 254 pessoas com ansiedade e/ou insônia: Hamilton 5,96 pontos menor (IC: −10,34 a −1,59; I² = 98%) Baixa, segundo os autores da revisão de 12 ensaios Houve redução em escala, com tamanhos muito diferentes entre as revisões
Melhora o sono? 5 ensaios, 254 pessoas com ansiedade e/ou insônia: melhora no tempo para adormecer, no tempo total de sono, no índice de qualidade do sono (PSQI) e na eficiência do sono; sem mudança nos despertares após o início do sono e no tempo na cama Os autores pedem estudos maiores Melhora em 4 medidas e nenhuma mudança em 2, em poucos pacientes
Reduz o cortisol? 9 ensaios, 558 pessoas: cortisol medido no sangue com diferença média de −2,58 (IC: −4,99 a −0,16) contra placebo Este guia não cita Menor no grupo do produto, em média, com intervalo que quase chega a zero
Aumenta a testosterona? As três revisões não medem A fonte não trata O Manual MSD diz que pode aumentar, com implicação para o câncer de próstata
Emagrece? As três revisões não medem A fonte não trata Não há base nestas fontes para dizer que sim
Serve para idosos? Participantes de 25 a 48 anos na revisão de 12 ensaios A fonte não cobre Sem dado para idosos nestas fontes
É segura por muito tempo? 4 dos 9 ensaios relataram eventos leves a moderados; os autores dizem que falta informação sobre uso prolongado Os autores pedem mais dados Segurança de longo prazo não estabelecida

Os números vêm das revisões de Akhgarjand e colegas (2022), Arumugam e colegas (2024) e Fatima e colegas (2024). Em todas, a comparação foi com placebo. Os autores de Akhgarjand concluem que são necessários estudos de melhor qualidade para estabelecer a eficácia clínica da planta. Os de Fatima concluem que os resultados parecem promissores, mas pedem pesquisas com amostras maiores.

Sobre o cortisol, o hormônio do estresse que muita gente associa a esse suplemento, o que existe é uma diferença média numa das revisões, com intervalo que passa perto de zero. Eu não resumiria isso como "baixa o cortisol". Resumiria como "uma revisão mediu um valor menor no grupo do produto, com margem larga".

Exemplo com números

Duas revisões, a mesma escala, tamanhos diferentes

A escala de Hamilton mede ansiedade em pontos. Duas das revisões a usaram, e a conta mostra por que não dá para tratar o número como definitivo.

  • Arumugam (2024), 9 ensaios: 2,19 pontos menor que o placebo.
  • Fatima (2024), 5 ensaios: 5,96 pontos menor que o placebo.
  • Diferença entre as duas: 5,96 − 2,19 = 3,77 pontos. O resultado de Fatima é 5,96 ÷ 2,19 = 2,7 vezes o de Arumugam.
  • Heterogeneidade: na revisão de Fatima, I² = 98%. Quase toda a variação entre os resultados vem de diferenças reais entre os ensaios, e não do acaso.

Revisões com recortes diferentes (Fatima incluiu pessoas com ansiedade e/ou insônia) chegam a tamanhos diferentes. A conclusão honesta é que a redução existe em escala, que o tamanho é incerto e que nenhum número representa uma pessoa em particular.

Números de exemplo fictício. Troque pelos seus.

Infográfico

Infográfico que compara duas revisões da escala de Hamilton de ansiedade contra placebo: Arumugam 2024, 9 ensaios, 2,19 pontos menor, e Fatima 2024, 5 ensaios, 5,96 pontos menor, 2,7 vezes o outro.
Mesma escala de ansiedade, dois tamanhos de efeitoBaixar o infográfico
Ler o infográfico em texto

Duas revisões com placebo mediram a escala de Hamilton e chegaram a números diferentes

Pontos a menos que o placebo na escala de Hamilton

Arumugam (2024) (Revisão de ensaios com placebo)

  • Ensaios: 9
  • Pessoas: 558
  • 2,19 pontos: menor que o placebo

Fatima (2024) (Pessoas com ansiedade e/ou insônia)

  • Ensaios: 5
  • Pessoas: 254
  • 5,96 pontos: 2,7 vezes o outro; I² = 98%

Fonte: Arumugam V et al., Explore 2024; Fatima K et al., Hum Psychopharmacol 2024 (contas do artigo). O tamanho do efeito é incerto: nenhum número representa uma pessoa em particular.

Ashwagandha faz mal? Riscos, efeitos colaterais e quem deve evitar

O Manual MSD diz que os efeitos colaterais podem incluir diarreia, dor de cabeça, sedação ou náusea, e que podem ocorrer problemas no fígado. Na revisão de Arumugam, quatro dos nove ensaios (cerca de quatro em cada dez) relataram eventos leves a moderados, e os autores afirmam que os efeitos adversos são limitados, mas que falta informação sobre o uso prolongado. Desses números não dá para deduzir risco individual.

Fígado. Além do caso britânico da Anvisa, duas revisões de 2026 na Phytotherapy Research (Li e colegas e Kumar e colegas) descrevem relatos de caso de lesão hepática, com icterícia e enzimas elevadas. Uma delas inclui dados de farmacovigilância e avisa que esses dados não são estudos controlados. Nenhuma das fontes traz a frequência: são casos relatados, e não um percentual de risco. O Manual MSD manda quem tem doença no fígado evitar.

Gravidez e amamentação. Segundo o Manual MSD, a ashwagandha não deve ser usada durante a gravidez ou amamentação. A página também diz que mulheres que amamentam e pessoas que tomam determinados medicamentos devem conversar com o médico. Li e colegas escrevem que a segurança nessas fases precisa de mais investigação.

Tireoide. O Manual MSD diz que a ashwagandha pode aumentar os níveis de hormônio tireoidiano e que quem usa hormônio da tireoide deve conversar com o médico. As revisões de 2026 reúnem poucos relatos de caso de alteração da função tireoidiana, como tireotoxicose, e Li e colegas observam que não há estudos em humanos que examinem diretamente a relação com hipertireoidismo. Quem tem doença de tireoide fala com o médico.

Testosterona. O Manual MSD diz que a ashwagandha pode aumentar os níveis de testosterona, o que pode ter um impacto negativo no câncer de próstata. As revisões de estresse e ansiedade não tratam disso.

Interações. O Manual MSD lista, como possíveis, interação com remédios para glicose e para pressão, soma de sonolência com sedativos e interferência em imunossupressores. É o que a fonte aponta. Se você usa algum desses remédios, o ajuste, quando existir, é uma decisão do seu médico.

O que as fontes não tratam. Rins, coração, queda de cabelo, alergia e comparação com maca peruana não aparecem nas revisões deste texto. Eu prefiro dizer isso a preencher a lacuna com blog.

O que as revisões não dizem

Elas medem escalas, não vida real. As duas perguntas do vídeo são diferentes. A primeira é "a planta tem algum efeito medido?", e a ciência responde "talvez, com certeza baixa". A segunda é "este pote que vou comprar é seguro e permitido?", e essa a ciência não responde, porque sem registro ninguém verificou o que está no frasco.

Os pontos que ficam em aberto:

  • A certeza é baixa e os estudos divergem (I² de 83,1% a 98%): o valor médio representa pouco cada ensaio.
  • Os participantes tinham de 25 a 48 anos na revisão de 12 ensaios. Idosos e crianças ficam de fora.
  • As apresentações e as quantidades variam muito, segundo o Manual MSD, que diz haver pouca evidência sobre a melhor. Por isso o resultado de um estudo não se transfere para qualquer produto.
  • A segurança de longo prazo não está estabelecida.
  • Peso, cabelo, rins, coração e perimenopausa não aparecem nas três revisões.

A imagem que uso é a nota de aula sem a prova: a meta-análise diz que a turma foi bem na média, mas não diz o que está dentro do frasco que você tem na mão.

Antes de decidir: perguntas para levar ao médico

Você não precisa dominar a literatura. Precisa chegar à consulta com as perguntas certas. O quadro organiza a conversa. Quem avalia o seu caso é o médico.

Checklist

  • O que me levou a pensar nisso (estresse, sono, cansaço): ajuda o médico a investigar a causa e não só o sintoma.
  • Remédios e doenças que tenho, em especial fígado, tireoide, diabetes, pressão, imunossupressores e sedativos: são os pontos em que o Manual MSD aponta interação ou cuidado.
  • Se estou grávida ou amamentando: o Manual MSD diz que não deve ser usada nessas fases.
  • O que já tomo, inclusive outros suplementos: o médico precisa da lista completa.
  • Exames que o médico quer rever: a interpretação é dele, nunca minha.
  • Que outras abordagens existem para estresse e sono, como melatonina (outro suplemento com fonte própria) e o cuidado com a ansiedade.
  • Como vamos acompanhar e quando reavaliar: a decisão precisa de data.

Mão na massa · 30 minutos

Seu checklist em 15 minutos

  • Minutos 0 a 5: escreva o que o levou a pesquisar ashwagandha: estresse, sono ruim, cansaço, uma recomendação da internet.
  • Minutos 5 a 10: liste remédios, suplementos e doenças que você tem, e marque se está grávida ou amamentando.
  • Minutos 10 a 15: marque a consulta e leve o checklist.
  • Pronto quando: as perguntas estão anotadas e a consulta está marcada.

O erro mais comum

O erro é tratar "tem estudo" como "este pote é seguro". Um estudo mede um efeito em um grupo, num produto conhecido, em condições controladas. O pote que chega à sua mão, sem registro, não passou por nenhuma verificação desse tipo, e a Anvisa diz que ele não deve ser fabricado nem vendido. A correção é separar as duas perguntas, a da ciência e a do produto, e levar a dúvida ao médico, que conhece o seu histórico.

Ferramenta

As duas perguntas que o vídeo mistura

Pergunta científica Pergunta de segurança do produto
A planta tem efeito medido? O que está no pote que eu tenho na mão?
Resposta das revisões: redução em escalas de estresse e ansiedade, com certeza baixa segundo os autores de uma delas Resposta da Anvisa (21/10/2026): sem registro, fora da lista de ingredientes autorizados, com fabricação, comercialização, distribuição e uso proibidos
Quem responde: pesquisadores, com ensaios e meta-análises Quem responde: a agência reguladora e o seu médico

Meu critério é simples: efeito medido em estudo não garante a segurança de um produto específico. Por isso eu começaria pela consulta, e não pela cápsula.

Para levar
Estresse a gente mede em escala. Segurança, só com registro e com médico.

Padrão Consylion de aconselhamento

Como usar este conselho

De onde vem
Três meta-análises de ensaios randomizados com placebo (Akhgarjand e colegas, 2022; Arumugam e colegas, 2024; Fatima e colegas, 2024), a nota oficial da Anvisa de 21/10/2026, o Manual MSD (julho de 2025) e duas revisões de 2026 sobre segurança, publicadas na Phytotherapy Research. As 7 fontes estão listadas no fim do artigo.
Quando se aplica
  • Adultos que viram a ashwagandha na internet e querem entender o que foi medido e qual é a situação legal antes de falar com o médico.
  • Quem já usa ou pensa em usar e quer saber o tamanho do efeito, o que as fontes não afirmam e o que perguntar na consulta.
Limites
  • Não diagnostica, não prescreve e não indica produto, quantidade, horário nem forma de uso. Também não sugere mudar ou suspender remédio. A Anvisa afirma que fabricação, comercialização, distribuição e uso são proibidos no país; este texto não ensina a obter nem a usar.
  • A certeza da evidência é baixa, segundo os autores de uma das revisões, e os estudos diferem muito entre si. Os participantes tinham de 25 a 48 anos na revisão de 2022: o achado não cobre idosos nem crianças.
  • A segurança de longo prazo não está estabelecida nas revisões. Os dados sobre fígado e tireoide vêm de relatos de caso e de revisões, que não mostram com que frequência ocorrem.
  • Quem está grávida ou amamentando, tem doença no fígado ou na tireoide, ou usa remédio contínuo, conversa com o médico antes de qualquer decisão.
Na prática
Ler a tabela, preencher o checklist em 15 minutos e marcar a consulta antes de qualquer mudança.
Como medir o resultado
  • Perguntas anotadas e consulta marcada: é o critério de pronto do exercício.
  • Decisão registrada com o profissional e data combinada para reavaliar.
Quando revisar
  • A Anvisa mudar a posição sobre registro ou sobre ingredientes autorizados.
  • Sair revisão sistemática ou diretriz nova sobre eficácia ou segurança da ashwagandha.
  • O Manual MSD ou outra fonte oficial atualizar os riscos para fígado, tireoide ou gestação.

Última revisão em .

Perguntas frequentes

A ashwagandha pode ser usada na gravidez ou na amamentação?
O Manual MSD afirma que a ashwagandha não deve ser usada durante a gravidez ou amamentação. Uma revisão de 2026 na Phytotherapy Research diz que a segurança nessas fases precisa de mais investigação. Gestante ou mulher que amamenta leva a dúvida ao obstetra, antes de qualquer decisão.
A ashwagandha substitui remédio para ansiedade ou insônia?
As revisões deste texto comparam a ashwagandha com placebo, não com remédio, então não dizem isso. Quem usa medicação para ansiedade ou sono não deve mudar nem interromper nada por conta própria: qualquer ajuste é decisão do médico que acompanha o caso.
Se há estudos, por que a Anvisa diz que é proibida?
Um estudo mede o efeito de uma preparação num grupo. O registro de um produto trata de outra pergunta, a de ele poder ser fabricado e vendido. A Anvisa diz que o produto não tem registro e que a substância não consta da lista de ingredientes autorizados. A nota não discute os estudos.
A ashwagandha faz bem para a perimenopausa?
A Anvisa cita que o produto é promovido para aliviar sintomas da perimenopausa, e lembra que é proibido associar suplemento a alegação de cura, tratamento ou prevenção. As revisões deste texto não medem perimenopausa. A conversa é com o ginecologista.
Edson Oliveira

Quem escreveu

Edson Oliveira

Fundador da Consylion e criador do Protocolo Consylion™

Li mais de 2.000 livros de negócios e reuni nos manuais da Consylion os métodos que uma pequena empresa consegue aplicar. Aqui, escrevo o passo a passo para você usar no seu negócio, com exemplos e a fonte de cada número.

Como produzimos este conteúdo

A pauta parte das dúvidas reais de quem toca uma pequena empresa e dos métodos dos manuais Consylion. O texto é escrito com apoio de inteligência artificial e segue o padrão editorial da Consylion: cada número, regra e citação vem de uma fonte confiável (órgãos públicos, normas, leis e pesquisas com metodologia publicada), aberta e conferida, e está listada no fim do artigo; o que não pode ser verificado não entra. Os exemplos com números são ilustrativos e estão identificados como tal. Neste tema, o ponto de partida é sempre uma fonte validada (diretriz, revisão sistemática, norma ou dado oficial), traduzida para a prática, com a recomendação de procurar o profissional antes de qualquer decisão individual. Quando surgem dados melhores ou as regras mudam, o artigo é revisado. Última revisão em . Leia a política editorial completa.

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Fontes citadas

  1. 01 Akhgarjand C et al. Does Ashwagandha supplementation have a beneficial effect on the management of anxiety and stress? Phytother Res 2022
  2. 02 Arumugam V et al. Effects of Ashwagandha (Withania Somnifera) on stress and anxiety. Explore 2024
  3. 03 Fatima K et al. Safety and efficacy of Withania somnifera for anxiety and insomnia. Hum Psychopharmacol 2024
  4. 04 Anvisa. Ashwagandha: suplemento do TikTok NÃO tem registro no Brasil (21/10/2026)
  5. 05 Manual MSD, versão para a família. Ashwagandha (Laura Shane-McWhorter, PharmD, University of Utah; julho de 2025)
  6. 06 Li L et al. Revisão sobre segurança da ashwagandha. Phytother Res 2026;40(8):4862-4879
  7. 07 Kumar A et al. Revisão sobre segurança da ashwagandha. Phytother Res 2026